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  <title>INDÚSTRIAS CULTURAIS</title>
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  <description>INDÚSTRIAS CULTURAIS - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Sun, 26 Jun 2016 22:09:20 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Sun, 26 Jun 2016 19:33:00 GMT</pubDate>
  <title>Televisão japonesa</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>Excertos (terceira semana de junho).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-MOLEW4EOJlc/V3BO5_PdnHI/AAAAAAAARFY/odVsskZejUod4CqR4tcuDQQSIBKcj5MuQCLcB/s1600/TV%2Bjaponesa.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;175&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-MOLEW4EOJlc/V3BO5_PdnHI/AAAAAAAARFY/odVsskZejUod4CqR4tcuDQQSIBKcj5MuQCLcB/s320/TV%2Bjaponesa.png&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt; &lt;iframe src=&quot;//www.dailymotion.com/embed/video/x4ig1gk&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;225&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 02 Jun 2016 16:52:00 GMT</pubDate>
  <title>A PIDE antes da PIDE</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>1. &lt;em&gt;A PIDE antes da PIDE&lt;/em&gt; é uma série documental realizada por Jacinto Godinho e com coordenação científica de Irene Pimentel, em nove episódios, na RTP 2. No episódio inicial, falou-se do capitão Agostinho Lourenço, diretor da Polícia Internacional em 1931, primeiro diretor da PVDE (1933) e da PIDE (1945), revelando o seu passado ligado aos republicanos de direita, à sua passagem na I Guerra Mundial e relação com Sidónio Pais e Machado dos Santos, este o herói do 5 de outubro de 1910 e presente em muitos golpes políticos durante a I República até ao seu assassinato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do que vi, trata-se de um trabalho sério, muito assente em arquivos e comentários de especialistas não longos mas esclarecedores e que assume, se necessário, a dificuldade de provas em algumas ligações quando a investigação não o conseguiu estabelecer. Muitas imagens e documentos, além de uma locução eficaz - vistos no primeiro episódio -, dão vontade de continuar a ver a série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/--KTn5jLOdjk/V1H-Ij5kPUI/AAAAAAAAQfQ/cnyYFW3_ERwCaX8df4rPJfwbZmxIlKg6wCLcB/s1600/impact.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/--KTn5jLOdjk/V1H-Ij5kPUI/AAAAAAAAQfQ/cnyYFW3_ERwCaX8df4rPJfwbZmxIlKg6wCLcB/s320/impact.jpg&quot; width=&quot;214&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;2. A série levanta a questão da História das associações e do futuro do historiador. Este tem-se visto ameaçado pelo trabalho dos amadores que escrevem na internet e são responsáveis por sítios de grande procura como os relacionados com genealogias (caso do &lt;a href=&quot;http://geneall.net/pt/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;geneall&lt;/a&gt;). Estes sítios são crescentemente rentáveis. A História é também aproveitada pelas séries de televisão como o (&lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/programa/tv/p20133&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Conta-me como Foi&lt;/a&gt;). Neste aspeto, a jornalista Helena Matos destacou-se, porque foi conselheira científica e tem trabalhado em programas da rádio pública. Uma terceira atividade crescente é a dos guias de turismo nas cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A História deixa o lado enfadonho de mergulhar em arquivos e seguir a vida de pessoas importantes ou famosas e passa a ser uma disciplina que aproveita o contributo de muitos milhares de pequenos produtores de informação que colocam fotografias, memórias ou simples ângulos de vista de um acontecimento. Para ler sobre esta matéria: Pedro Ramos Pinto e Bertrand Taithe (2015). &lt;i&gt;The Impact of History? Histories at the Beginning of the Twenty-First Century&lt;/i&gt;.</description>
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  <category>televisão</category>
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  <pubDate>Tue, 17 May 2016 11:14:00 GMT</pubDate>
  <title>Consumos de media</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-HMLH8b-NvYA/Vzr1SnZM2jI/AAAAAAAAQZ4/D5XbrkVtw_8WYfgUef0aipWsOvLG69pwgCLcB/s1600/ERC.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;211&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-HMLH8b-NvYA/Vzr1SnZM2jI/AAAAAAAAQZ4/D5XbrkVtw_8WYfgUef0aipWsOvLG69pwgCLcB/s400/ERC.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-4jAt5jyqYmY/Vzr1jGsnRvI/AAAAAAAAQZ8/kIIaMw5ing83kMDxPfJsqvUNrSHwQ6NLgCLcB/s1600/ERC.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-4jAt5jyqYmY/Vzr1jGsnRvI/AAAAAAAAQZ8/kIIaMw5ing83kMDxPfJsqvUNrSHwQ6NLgCLcB/s320/ERC.jpg&quot; width=&quot;226&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Foi ontem de manhã que a ERC, a Universidade Católica e a GfK apresentaram o estudo &lt;i&gt;As Novas Dinâmicas do Consumo Audiovisual em Portugal&lt;/i&gt;, mais assente na televisão que nos restantes media audiovisuais. Conforme alguém da assistência resumia na parte de debate, desapareceram alguns mitos da atual conceção dos media: a internet atinge 60% da população, a televisão é o meio audiovisual de maior consumo de informação e entretenimento, o consumo é fundamentalmente linear (o consumo posterior ou time-shift tem uma expressão de 12%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário do auditório em que decorreu a apresentação dos resultados estava bonito - parecia a sala de estar onde consumimos habitualmente a televisão, a preparar a apologia deste meio de comunicação. Os resultados foram apresentados por Nelson Ribeiro e Catarina Burnay, investigadores da Universidade Católica, e Joelma Garcia e Natacha Cabral, especialistas e responsáveis da GfK.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retenho-me no sumário executivo do documento apresentado (total de 66 páginas, e que pode ser lido &lt;a href=&quot;http://www.erc.pt/documentos/Estudos/ConsumoAVemPT/index.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;). O sumário executivo divide-se em duas partes (consumo de media; consumo de conteúdos audiovisuais). Enfatizo a segunda parte do sumário executivo: equipamentos/aparelhos, consumo por tipos de conteúdos, consumo em direto versus em diferido, multi-ecrãs, rotinas de consumo de televisão indoor, outdoor e em linha e subscrição de conteúdos em linha. Foco ainda mais em pormenor no consumo por tipos de conteúdos: informação (89,5%), telenovelas, filmes e séries (56,3%), entretenimento (50,3%), documentários (47,2%), desporto (44,6%) música e desenhos animados (perto de 30%). O trabalho de campo, realizado pela Intercampus, foi feito entre 3 de outubro e 30 de novembro de 2015, num processo de &lt;i&gt;random-route&lt;/i&gt; para seleção do lar e teve uma amostra inicial de 1018 entrevistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conferência terminou com a participação de Nuno Artur Silva (RTP) e José Eduardo Moniz (especialista de televisão e antigo diretor-geral da TVI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[vídeos com parcelas das intervenções de Catarina Burnay e Joelma Garcia]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src=&quot;//www.dailymotion.com/embed/video/x4b059k&quot; width=&quot;320&quot; height=&quot;180&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;iframe src=&quot;//www.dailymotion.com/embed/video/x4b0e8e&quot; width=&quot;320&quot; height=&quot;180&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
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  <category>televisão</category>
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  <pubDate>Mon, 02 May 2016 12:50:00 GMT</pubDate>
  <title>Associações e coletividades</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-f9rPnBRHm64/VydNPiGOa_I/AAAAAAAAQPM/T7JSsYryznAACSFd7dEWnqYKzZb_lpo_QCLcB/s1600/arroios.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;70&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-f9rPnBRHm64/VydNPiGOa_I/AAAAAAAAQPM/T7JSsYryznAACSFd7dEWnqYKzZb_lpo_QCLcB/s200/arroios.png&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tenho colaborado com a Arroios TV, na rubrica &lt;i&gt;Associações e Coletividades&lt;/i&gt;. O primeiro episódio foi sobre a Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto. O segundo, com vídeos aqui, foi sobre o Teatro Bocage. Entrámos pelas peças, nos ensaios, nos bastidores e nas conversas com responsáveis pela produção, encenação e representação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/mmH6h_hlI0w?list=PLkjyrLfM9COEp-bOI-ho-AKWLO2_ARQJL&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;iframe src=&quot;https://www.youtube.com/embed/DeLKp71v_60?list=PLkjyrLfM9COEp-bOI-ho-AKWLO2_ARQJL&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 10 Mar 2016 18:25:00 GMT</pubDate>
  <title>Autobiografia de Carlos Cruz</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-XxmaFtsIyrY/VuG9YfUVnZI/AAAAAAAAQDs/kjcEjueMqH4/s1600/Carlos%2BCruz.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-XxmaFtsIyrY/VuG9YfUVnZI/AAAAAAAAQDs/kjcEjueMqH4/s200/Carlos%2BCruz.jpg&quot; width=&quot;128&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Carlos Cruz, 73 anos, antigo locutor e apresentador de rádio e televisão, lança a sua autobiografia (592 páginas e 250 fotografias), &lt;i&gt;Uma Vida&lt;/i&gt;, onde escreve sobre a sua carreira. O livro tem prefácios do ator Virgílio Castelo e do jornalista Adelino Gomes e posfácio do fadista Carlos do Carmo. A sessão de apresentação está indicada para as 18:30 do dia 22 no Altis Grand Hotel, com apresentação de D. Januário Torgal Ferreira, e participação de Ruy de Carvalho e dos músicos Jorge Quintela, Nanã Sousa Dias e Paulo Ramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Cruz foi locutor e produtor de programas (como &lt;i&gt;Zip-Zip&lt;/i&gt;, que partilhou com dois outros grandes homens dos media, José Fialho Gouveia e Raul Solnado, e &lt;i&gt;Pão com Manteiga&lt;/i&gt;), diretor de informação, diretor de programas e diretor-coordenador da RTP1.</description>
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  <pubDate>Sat, 02 Jan 2016 19:35:00 GMT</pubDate>
  <title>Audiências de televisão em  2015 e jornalismo de referência</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>Retiro do &lt;i&gt;Diário de Notícias&lt;/i&gt; online: &quot;Os quatro canais generalistas registaram, em 2015, uma quota de mercado inferior à do ano anterior. A TVI continua a ser o canal preferido dos portugueses (22,5% de &lt;i&gt;share&lt;/i&gt; em 2015 e 23,5% no ano anterior). A SIC segue em segundo lugar (18,7% em 2015, 19,1% em 2014), a RTP1 em terceiro (14,8% em 2015, 15,6% no ano anterior). A RTP2 registou 2% de &lt;i&gt;share&lt;/i&gt; em 2015, menos uma décima do que em 2014. Números que se explicam com o crescimento de audiência dos canais por cabo, tendência que já se verifica de alguns anos a esta parte: assim, o conjunto de canais de cabo registou, em 2015, um &lt;i&gt;share&lt;/i&gt; de 31,1% (contra os 29,3% do ano anterior). No segmento dos canais de informação, de assinalar a tendência de crescimento da SIC Notícias e da TVI24 e a queda da RTP3. O canal de notícias da SIC registou, em 2015, um &lt;i&gt;share&lt;/i&gt; de 1,9% (1,7% em 2014). A TVI24 subiu dos 1,3% de 2014 para 1,6% em 2015. O canal de informação da estação pública de televisão caiu uma décima (0,9%)&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descida dos canais generalistas e a subida dos canais por cabo acompanha, noutros media, a quebra de leitura de jornais em papel e o crescimento do consumo da internet nomeadamente em telemóveis inteligentes, situação verificável nos últimos anos. A interatividade e a autoedição tornam-se cada vez mais atrativas do que a receção passiva. Mas falta a edição crítica e de referência, como se lê no artigo de José Pacheco Pereira hoje no &lt;i&gt;Público&lt;/i&gt;: &quot;Os jornalistas têm um grande masoquismo, para não lhe chamar outra coisa, ao dar estatuto noticioso às “redes sociais”, sem a mediação e edição jornalística&quot;. E ele conclui: &quot;cada vez mais o chamado “jornalismo de investigação” está no centro do jornalismo que ainda sobrevive em papel&quot;. Ou Alexandra Lucas Coelho, no dia 27 de dezembro último com o texto &lt;i&gt;Para não acabar de vez com os jornais (e a democracia)&lt;/i&gt;, onde ela lamenta o desaparecimento de jornais como &lt;i&gt;Sol&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;i&lt;/i&gt;, os despedimentos no &lt;i&gt;Público&lt;/i&gt;, a sua condição de colaboradora após a vaga anterior de despedimentos de jornalistas. Ela pede que o &lt;i&gt;Público&lt;/i&gt;, dado ser um &quot;perdório&quot; de dinheiro desde o seu início, que se transforme em modelo de fundação e se defina como meio de responsabilidade social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A quebra de audiências nos canais generalistas tem consequências, como menos trabalho e encomendas mas o modelo parece condenado, pela perspetiva generalista dos canais. Houve esse tempo de ouro do modelo generalista mas agora há uma inclinação para a especialização temática. Contudo, à perda de audiências dos canais generalistas assiste-se a um aumento do poder negocial dos operadores de telecomunicações, evidente nos negócios das três últimas semanas com os clubes desportivos mais fortes em Portugal. Esse maior poder negocial dos operadores de telecomunicações transfere para estes as decisões de conteúdos, o que não é igualmente bom para o pluralismo de expressões culturais.</description>
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  <pubDate>Sun, 13 Dec 2015 21:31:00 GMT</pubDate>
  <title>Quando a rádio mandava na RTP</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>O &lt;i&gt;Diário Popular&lt;/i&gt;, de 31 de março de 1968, publicava uma notícia sobre a assembleia-geral da RTP. Os corpos gerentes eram: a presidente da assembleia-geral o Posto Emissor de Radiodifusão do Funchal, o Conselho de Administração tinha elementos de Rádio Clube Português e Rádio Renascença e Manuel Bivar (diretor técnico da Emissora Nacional) e o Conselho Fiscal tinha elementos de Rádio Clube de Moçambique e dos Emissores do Norte Reunidos. Por Rádio Clube Português, estava Alberto Lima Basto, falecido pouco depois e substituído por Júlio Botelho Moniz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-CI-e2aaxzSw/Vm3iGdDNYGI/AAAAAAAAPzA/k1eAFZz4dHg/s1600/RTP%2B-%2BDP%2B1968.03.31.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;640&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-CI-e2aaxzSw/Vm3iGdDNYGI/AAAAAAAAPzA/k1eAFZz4dHg/s640/RTP%2B-%2BDP%2B1968.03.31.jpg&quot; width=&quot;558&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 16 Oct 2015 10:12:00 GMT</pubDate>
  <title>Arroios TV</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/arroios-tv-7737409</link>
  <description>&lt;iframe src=&quot;https://player.vimeo.com/video/142611241&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;281&quot; frameborder=&quot;0&quot; allowfullscreen=&quot;&quot; mozallowfullscreen=&quot;&quot; webkitallowfullscreen=&quot;&quot; loading=&quot;lazy&quot;&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://vimeo.com/142611241&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Arroios TV&lt;/a&gt; from &lt;a href=&quot;https://vimeo.com/user345309&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Rogério Santos&lt;/a&gt; on &lt;a href=&quot;https://vimeo.com/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrancou ontem o canal de televisão Arroios TV, projeto daquela autarquia de Lisboa. Segundo notícia ontem do jornal &lt;i&gt;Público&lt;/i&gt;, são cerca de 48 mil euros investidos - 35 mil para a aquisição de equipamentos como câmaras de filmar e computadores, 10 mil para o estúdio, localizado num dos pólos da junta de freguesia, e 2350 euros para a anuidade do canal MEO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda de acordo com a mesma notícia, &quot;não há uma equipa própria para a Arroios TV, esta será composta por pessoas que trabalham simultaneamente noutros projectos e se voluntariaram para ajudar. Muitos deles são jovens em estágio profissional&quot;. A transmissão do canal será feita de segunda a sexta-feira, das 10 às 18 horas, com repetições aos fins-de-semana. A Arroios TV será inicialmente transmitida nos pólos que a junta tem na freguesia mas em breve será alargada a outros locais, como os mercados. A transmissão pode ser vista no canal Meo 5050 (&lt;a href=&quot;http://www.kanal.pt/5050&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;www.kanal.pt/5050&lt;/a&gt;). Na mesma notícia, indica-se que o canal Arroios TV pretende reforçar a sua componente internacional ao incorporar o projeto de cinema Arroios Film Festival 2016 (1 a 8 de julho), conciliando multiculturalidade e cinema,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[o vídeo mostra alguns preparativos e entrevistas a alguns dos principais intervenientes]</description>
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  <category>cidades criativas</category>
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  <pubDate>Wed, 14 Oct 2015 12:50:00 GMT</pubDate>
  <title>Arroios TV</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/arroios-tv-7737753</link>
  <description>Amanhã, a partir das 10:00, a Arroios TV começa a emitir em direto do Largo do Intendente Pina Manique, Lisboa. Projeto da Junta de Freguesia de Arroios, estará presente na emissão inaugural o olisipógrafo José Sarmento de Matos. O acesso à emissão faz-se através do canal 5050 do Meo ou através de www.kanal.pt/5050. Ver vídeo de &lt;a href=&quot;http://bit.ly/1VRIe1l&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;introdução&lt;/a&gt;.</description>
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  <pubDate>Tue, 08 Sep 2015 16:56:00 GMT</pubDate>
  <title>Memórias de animadores (entertainers)</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-avdaKFKEBGI/Ve8SFqa3cVI/AAAAAAAAPgI/jegEONyzmww/s1600/j%25C3%25BAlio%2Bisidro.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-avdaKFKEBGI/Ve8SFqa3cVI/AAAAAAAAPgI/jegEONyzmww/s200/j%25C3%25BAlio%2Bisidro.jpg&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Dois dos mais conhecidos animadores de televisão e rádio, Júlio Isidro e Carlos Cruz, preparam as suas memórias. As do primeiro estarão prontas no final deste ano, segundo a &lt;i&gt;TV Guia&lt;/i&gt;. As do segundo estarão já escritas mas não conheço o processo de edição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer um quer outro são ou foram figuras destacadas dos media audiovisuais desde meados da década de 1960, nomeadamente concursos e festivais. Ambos foram também locutores de noticiários.</description>
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  <pubDate>Thu, 18 Jun 2015 16:35:00 GMT</pubDate>
  <title>Alice Vieira crítica de televisão</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>Não conhecia Alice Vieira como crítica de televisão.Ela escreveu no &lt;em&gt;Diário Popular&lt;/em&gt;, de onde retirei uma das suas análises &lt;em&gt;Ontem Vimos&lt;/em&gt;, de 25 de outubro de 1969. Alice Vieira comentou um episódio da série &lt;em&gt;Casei com uma Feiticeira&lt;/em&gt;, uma dona de casa que fazia magia sempre que torcia o nariz. Lembro-me da série, onde a personagem marido era inculta, nem sempre sensível por não compreender o que se estava a passar. Além das gargalhadas que irrompiam nos episódios como se fosse uma representação ao vivo em sala de teatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Xkmf_Oe-UNU/VYLxXixFAcI/AAAAAAAAPJk/sET-BOg6bBI/s1600/Alice%2BVieira%2B%2528DP%2B25.10.1969%2529.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-Xkmf_Oe-UNU/VYLxXixFAcI/AAAAAAAAPJk/sET-BOg6bBI/s400/Alice%2BVieira%2B%2528DP%2B25.10.1969%2529.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;Alice Vieira escreveu sobre o que aprendeu em termos culturais, a começar pela palavra gloxímia. O episódio de 24 de outubro de 1969 meteu imagens de Londres, Paris e um campo de golfe na Escócia e desportos como corridas de automóveis, roleta (desporto?) e saltos de paraquedas. A escritora e crítica de televisão concluía pelo grande poder de atração da imagem. Lembro que a televisão então era a preto e branco.&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Mon, 13 Apr 2015 10:11:00 GMT</pubDate>
  <title>Um documentário sobre a polícia política do antigo regime</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>Li agora no &lt;i&gt;Público&lt;/i&gt; que o documentário do jornalista Jacinto Godinho &lt;em&gt;Os Últimos Dias da PIDE&lt;/em&gt; vai passar brevemente na RTP. Nele, procura-se dar uma versão diferente da história existente nos últimos 40 anos. A tese de Godinho é quea revolução do 25 de Abril &quot;não foi planeada&quot;, pois não fora previsto o futuro da polícia política, o principal sustentáculo da ditadura. Suspeito que vai nascer uma polémica interessante, pós-modernista, a partir das ideias de um dos melhores jornalistas de documentário televisivo.</description>
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  <pubDate>Sun, 29 Mar 2015 10:11:00 GMT</pubDate>
  <title>Vão os Gato Fedorento desaparecer?</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/vao-os-gato-fedorento-desaparecer-7785547</link>
  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-6D2f7FpQ9MM/VRfPpVfDa5I/AAAAAAAAOts/0fQL_1xiuY0/s1600/gato.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-6D2f7FpQ9MM/VRfPpVfDa5I/AAAAAAAAOts/0fQL_1xiuY0/s1600/gato.png&quot; height=&quot;240&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O texto vem hoje no &lt;i&gt;Diário de Notícias&lt;/i&gt;, assinado por Carla Bernardino. Ricardo Araújo Pereira, José Diogo Quintela, Tiago Dores e Miguel Góis formam o quarteto humorístico &lt;i&gt;Gato Fedorento&lt;/i&gt;. Embora não haja separação oficial, não se sabe o que o grupo fará no futuro, disse Digo Quintela, empresário de Padaria Portuguesa. Mas Ricardo Araújo Pereira vai regressar sozinho à TVI na altura das eleições legislativas para o final deste ano, embora não seja em programa semelhante ao &lt;i&gt;Esmiuçar os Sufrágios&lt;/i&gt; (SIC, Setembro de 2009), que atingiu uma média de 1,3 milhões de espectadores por sessão. No terreno da publicidade, o grupo terá chegado ao fim, pois Ricardo Araújo Pereira está sozinho na campanha da Meo.</description>
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  <pubDate>Tue, 17 Mar 2015 14:03:00 GMT</pubDate>
  <title>Diretores da RTP</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>A nova administração da RTP escolheu Paulo Dentinho para diretor de informação da televisão, Daniel Deusdado (produtora Farol de Ideias) para diretor de programas da RTP1, RTP Informação e Internacional, Teresa Paixão para diretora da RTP2, Gonçalo Madaíl para a RTP Memória, José Arantes para a RTP África, João Paulo Baltazar (ex-TSF) para diretor de informação da rádio, Rui Pêgo que mantém a direção da Antena 1, Antena 2, RDP África e RDP Internacional, e Nuno Reis para a direção da Antena 3. Mantêm-se ainda os diretores da RTP e RDP Açores, Maria do Carmo Figueiredo, e da RTP e RDP Madeira, Martim Santos.</description>
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  <pubDate>Sat, 07 Mar 2015 08:27:00 GMT</pubDate>
  <title>Contrato de concessão da RTP</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>O novo contrato de concessão da RTP foi assinado ontem. Assinado pelo Estado, pelo presidente do conselho geral independente (CGI), António Feijó, e pela administração da RTP liderada por Gonçalo Reis, o novo contrato permitirá à empresa ganhar maior independência, ambição e competência, disse o ministro da tutela. O contrato de concessão do serviço público, que juntou pela primeira vez o serviço de rádio e televisão e o regulador de fiscalização e supervisão (o CGI) no mesmo documento, traz igualmente mudanças ao nível do financiamento, baseado nas contribuições dos cidadãos (audiovisual, na conta da electricidade) e sem as compensações indemnizatórias. O &lt;i&gt;Jornal de Negócios&lt;/i&gt;, de onde tiro a informação, escreveu que o novo contrato de concessão esteve para ser assinado há seis meses, mas a anterior administração, liderada por Alberto da Ponte, fizera depender a sua assinatura das projecções financeiras.</description>
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  <pubDate>Wed, 11 Feb 2015 18:51:00 GMT</pubDate>
  <title>Televisão digital terrestre</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/televisao-digital-terrestre-7802118</link>
  <description>Não sou especialista em televisão digital terrestre e apenas tenho como base a notícia do &lt;i&gt;Expresso&lt;/i&gt; de hoje ao começo da tarde. Mas há algo que não me parece bem nessa notícia. Sobre a televisão digital terrestre, o ministro da tutela diz querer encontrar uma solução até ao final da legislatura, pois a tecnologia é uma das questões que o têm frustrado mais. Lamenta até que a tecnologia esteja a morrer. Para o ministro, um só canal (além dos quatro generalistas) não faz sentido mas reconhece que o problema jurídico para aumentar o número de canais seja complexo. Pela notícia, fica-se a saber que a Anacom [Autoridade Nacional das Comunicações] vai efectuar uma alteração tecnológica, presumo que obrigando o operador a melhorar a cobertura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que, durante muito tempo, se discutiu a televisão digital terrestre e que ela entrou tarde de mais no país, com uma discutível porque incompleta cobertura no país e num momento de dificuldades de investimentos publicitários, que não tornaram atraente a tecnologia que substituiu a forma mais antiga de propagação da televisão por feixes hertzianos. Mas, agora que a televisão por cabo tem uma larga preponderância em termos de espectadores, há interesse na tecnologia aerial? E quais são as empresas que querem colocar publicidade no sistema? A tecnologia traz acréscimos de interactividade? E não se fala mais na migração da rádio para o digital?</description>
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  <pubDate>Fri, 30 Jan 2015 21:40:00 GMT</pubDate>
  <title>Séries de televisão em número crescente</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>Segundo um estudo da FX Networks, o número de séries no mercado televisivo por cabo norte-americano quase aumentou oito vezes nos últimos 15 anos. Em 1999, havia 23 séries, em 2014 o número atingiu 180. Muitas das séries acabam por ser exportadas para fora do país (a partir do &lt;i&gt;Diário de Notícias&lt;/i&gt;).</description>
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  <pubDate>Thu, 29 Jan 2015 17:09:00 GMT</pubDate>
  <title>Cultura pós-literária</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/cultura-pos-literaria-7808453</link>
  <description>&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-1jRFvC59qPc/VMn2mG12EMI/AAAAAAAAOW0/iDDIFb0W3IY/s1600/Ilharco.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-1jRFvC59qPc/VMn2mG12EMI/AAAAAAAAOW0/iDDIFb0W3IY/s1600/Ilharco.jpg&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;203&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;Pós-Sociedade. A Sociedade Pós-Literária, Pós-Nacional, Pós-Democrática e Pós-Ocidental&lt;/em&gt;é o mais recente livro de Fernando Ilharco (2014). Dividido em quatro partes e nove capítulos é um livro que reflecte a sociedade de hoje dentro de uma perspetiva antropológica e filosófica. Ele resulta de textos que o autor foi publicando ao longo de dez anos no jornal &lt;em&gt;Público&lt;/em&gt;.Assim, a partir de uma estrutura fragmentária ou mosaicos de ideias, sem a grande narrativa da História como quadro central, pelo que destaca o &lt;em&gt;pós&lt;/em&gt;, o professor de comunicação da Universidade Católica tem possibilidade de se expressar a partir de uma série larga de temas sobre a modernidade, a tecnologia, os consumos, os ecrãs e a sociedade, muitas vezes associados a acontecimentos mediáticos de grande importância na discussão da opinião pública.Como os textos são pequenos em dimensão, num dispositivo de conversa semanal, há uma retoma sistemática de alguns tópicos, esclarecendo, iluminando, olhando de outro viés, o que torna a leitura muito agradável e convidativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores de referência de Ilharco: McLuhan, Heidegger, Flusser, Baudrillard. Comenta-os, segue-os, mas também os critica. Mesmo quando acho que está distante na sua análise, o autor toma partido, sugere, encaminha, joga com as palavras e as ideias, desfazendo muitos dos lugares comuns ou ideias tomadas por certas. Com regularidade, ironiza. Desconstrói, mesmo não parecendo um pós-estruturalista (como o título do livro leva a pensar). A propósito de caricaturas de Maomé, que provocaram o escândalo e os graves acidentes recentes de Paris (com o jornal &lt;em&gt;Charles Hebdo&lt;/em&gt;), o autor acha estranha a atitude, uma vez que um &lt;em&gt;cartoon&lt;/em&gt; é apenas um meio de comunicação. Na sua leitura, a sociedade está numa cultura pós-escrita e literária e numa era de cultura semiótica, instantânea e visual do digital, contrária às emoções do texto e do cartaz. Depois, e é um assunto que persegue em todo o livro, o império (depois de Roma, o novo império é o país chamado Estados Unidos) tem os seus bárbaros dentro do seu perímetro. Dantes, o perigo vinha de fora dos muros; hoje, ele está dentro e nem todas as tecnologias de vigilância acabam com o medo do outro. Um terceiro tópico, de muita exigência por parte de Fernando Ilharco, é o da sociedade do espetáculo. Ele escreve que as massas em Berlim esperaram pela câmaras da televisão para começarem a destruir o muro da cidade (1989) - a encenação que corrobora o presente para olhar o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito da televisão, o autor comenta que esta foi tomada pela gente comum. Escreve: &quot;A vida é um tabloide. Os diretos, as entrevistas e as reportagens sobre o crime, o &lt;em&gt;voyeurismo&lt;/em&gt; televisivo dos &lt;em&gt;reality-shows&lt;/em&gt; e outros episódios do género faziam de todo o ano uma &lt;em&gt;silly season&lt;/em&gt;&quot; (p. 134). Da televisão, a partir das imagens de crianças entrevistadas a semana passada a propósito da cantora argentina Violeta, eu conclui algo ainda mais fractal: a televisão não é apenas da gente comum mas também das crianças. Infantilizou-se ela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leitura&lt;/b&gt;: Fernando Ilharco (2014). &lt;em&gt;Pós-Sociedade. A Sociedade Pós-Literária, Pós-Nacional, Pós-Democrática e Pós-Ocidental&lt;/em&gt;. Lisboa: Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 421 p., 20 euros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o começo deste mês, o professor Fernando Ilharco apresenta uma crónica diária na Antena 1, -de segunda a sexta-feira, às 14:20, sob o nome &lt;i&gt;O Novo Normal&lt;/i&gt;, com &quot;apresentação de uma história inspiradora e inovadora, narrada numa perspectiva pragmática e num quadro científico. Procurando inspirar e motivar os ouvintes, nomeadamente os profissionais activos e os estudantes, abordo episódios de determinação e vontade, de desempenhos extraordinários e de motivação, de liderança e trabalho em equipa, reflectindo-se sobre as lições que desses casos se podem retirar para a vida profissional e pessoal de cada um&quot; (informação retirada do sítio da Universidade Católica).</description>
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  <category>televisão</category>
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  <pubDate>Sat, 17 Jan 2015 18:58:00 GMT</pubDate>
  <title>Os famosos entre a televisão e as revistas</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>&quot;O circuito dos famosos: dos ecrãs para as revistas cor-de-rosa. As revistas cor-de-rosa revelam nas capas o seu total parasitismo em relação à TV. Segundo um levantamento da Sábado, foram capas em 2014 na &lt;i&gt;Flash&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Nova Gente&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;VIP&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Caras&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Lux&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;TVMais&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;TVGuia&lt;/i&gt;: Cristina Ferreira (38 vezes), Judite Sousa (26), Bárbara Guimarães (17), Tony Carreira (15), Cláudia Vieira (11), Rita Pereira (10). O único homem da lista, Carreira, também é uma figura da TV, onde está sempre presente, como «namorado das mães de Portugal». Como os leitores destas revistas não conhecem bem senão caras da TV, as revistas ficam-se por aí&quot; (Eduardo Cintra Torres, Correio da Manhã, 4.1.2015). Falta explicar a ligação das revistas aos grupos das televisões para compreender melhor a teia de interesses mediáticos.</description>
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  <pubDate>Mon, 12 Jan 2015 18:28:00 GMT</pubDate>
  <title>RTP</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>O Conselho Geral Independente da RTP terá proposto o nome de Gonçalo Reis para presidente da RTP e o de Nuno Artur Silva para administrador para a área dos conteúdos. Gonçalo Reis já esteve na RTP entre 2002 e 2007 (na direcção de Almerindo Marques), ao passo que Nuno Artur Silva é director-geral das Produções Fictícias e do canal Q e moderador do programa &lt;i&gt;Eixo do Mal&lt;/i&gt;, da SIC Notícias. Falta ainda indicar o nome do administrador financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Actualização a 21 de Janeiro de 2015&lt;/b&gt;: O conselho de administração da RTP renuncia após entrega do relatório de contas de 2014 até ao final do mês, enquanto ministro agradece a &quot;boa gestão&quot; da equipa de Alberto da Ponte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Actualização a 22 de Janeiro de 2015&lt;/b&gt;: Cristina Vaz Tomé, gestora na consultora KPMG e com passagem pelo Instituto de Investigação Cientifica Tropical, vai integrar a nova administração da RTP com o pelouro financeiro, segundo opresidente do Conselho Geral Independente (CGI) ontem na Grande Entrevista da RTP-Informação.</description>
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  <pubDate>Tue, 06 Jan 2015 13:00:00 GMT</pubDate>
  <title>Convergent Television(s)</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/convergent-televisions-7818494</link>
  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-_Kj9JRx1D18/VKvqUiWYFOI/AAAAAAAAOL0/cdrT8AeqQ8Y/s1600/View.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-_Kj9JRx1D18/VKvqUiWYFOI/AAAAAAAAOL0/cdrT8AeqQ8Y/s1600/View.png&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;226&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&quot;The history of media convergence, especially of convergent television, is a field that needs to be further investigated. Media convergence is often considered a taken-for-granted phenomenon, a kind of ‘irresistible’ force that has changed and is continuously changing media ecosystems. Furthermore, it seems to be mainly an American phenomenon because it has involved US politics and companies and because the most relevant reflections and publications on this topic come from American scholars. This issue of VIEW tries to deal with this complex and polysemic concept from different points of view, adopting several theoretical and methodological frameworks. It attempts to counteract some of the aforementioned taken-for-granted ideas, analyzing TV convergence from a historical and long-term perspective, considering symmetrical case studies of success and failures, concentrating on the European dimension through the lens of transnational, comparative, and national contributions&quot; (&lt;a href=&quot;http://viewjournal.eu/index.php/view/issue/view/6/showToc&quot;&gt;http://viewjournal.eu/index.php/view/issue/view/6/showToc&lt;/a&gt;).</description>
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  <pubDate>Tue, 23 Dec 2014 14:32:00 GMT</pubDate>
  <title>RTP2</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/rtp2-7820361</link>
  <description>Segundo o &lt;a href=&quot;http://expresso.sapo.pt/rtp-2-apresenta-nova-grelha-e-posiciona-se-como-canal-alternativo-aberto-a-producao-europeia-e-do-mundo=f903770#ixzz3MjOMAEBq&quot; style=&quot;border: 0px; color: #003399; margin: 0px; outline: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Expresso&lt;/a&gt;, a RTP 2, agora dirigida a partir do Centro de Produção do Porto, quer reconquistar audiências e espera chegar aos 4% no final do primeiro trimestre de 2015. Da programação planeada, serão exibidas a série dinamarquesa &lt;i&gt;Borgen&lt;/i&gt;, centrada nos combates políticos, ciclos sobre Ingmar Bergman e Alfred Hitchcock e produção e propostas nacionais, como &lt;i&gt;Visita Guiada&lt;/i&gt;, de Paula Moura Pinheiro, e &lt;i&gt;Literatura Agora&lt;/i&gt;, com apresentação de Pedro Lamares.</description>
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  <category>televisão</category>
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  <pubDate>Sat, 13 Dec 2014 09:48:00 GMT</pubDate>
  <title>Adriano Paiva e a televisão</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/adriano-paiva-e-a-televisao-7823506</link>
  <description>Em 29 de Dezembro de 2003, escrevi um pequeno texto &lt;a href=&quot;http://industrias-culturais.blogspot.pt/2003/12/o-contributo-de-adriano-paiva-1847.html?q=adriano&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre Adriano Paiva, a quem se atribui uma parcela da invenção da televisão, quando disse: &quot;Com o novo telescópio, [...] transformado em corrente eléctrica, o movimento luminoso percorreria docilmente o caminho que nos aprouvesse dar ao fio destinado a conduzi-lo; e de um ponto do globo terrestre seria possível devassar este em toda a sua extensão&quot;. Hoje, volto a recordar a figura do cientista, servindo-me de um texto publicado na revista &lt;i&gt;Flama&lt;/i&gt;, a 12 de Setembro de 1969, assinado por Pinto Garcia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriano Paiva Faria Leite Brandão, conde de Campo Belo, propusera uma solução para a televisão, em carta de 27 de Abril de 1878. A isso chamou &lt;i&gt;telescópio eléctrico&lt;/i&gt;. Adriano Paiva descobrira que o selénio poderia ser um material transmissor. Docente de Física na Academia Politécnica do Porto, ele precisava de dinheiro para apetrechar o seu laboratório, o que não conseguiria. O inventor estava no domínio da técnica. Depois, com experiências na Europa e nos Estados Unidos, pelas mãos de outros inventores, chegava-se à televisão. Primeiro, o aparelho, depois os conteúdos, como reflectiu Raymond Williams.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-cwnFJUkDmQs/VIwJe8dOEPI/AAAAAAAAOHo/_QptB2CWqaI/s1600/Flama%2C%2B129.1969%2B(1).jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-cwnFJUkDmQs/VIwJe8dOEPI/AAAAAAAAOHo/_QptB2CWqaI/s320/Flama%2C%2B129.1969%2B(1).jpg&quot; height=&quot;296&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-uGeJNLgLcGA/VIwPL90rfdI/AAAAAAAAOIA/K_yAfgt0vWg/s1600/Flama%2C%2B12.9.1969%2B(2).jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-uGeJNLgLcGA/VIwPL90rfdI/AAAAAAAAOIA/K_yAfgt0vWg/s1600/Flama%2C%2B12.9.1969%2B(2).jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;128&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-hotIHvMT70A/VIwJeGSiM5I/AAAAAAAAOHk/ehlNfb2UelU/s1600/Flama%2C%2B129.1969%2B(3).jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-hotIHvMT70A/VIwJeGSiM5I/AAAAAAAAOHk/ehlNfb2UelU/s320/Flama%2C%2B129.1969%2B(3).jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 13 Dec 2014 09:48:00 GMT</pubDate>
  <title>Adriano Paiva e a televisão</title>
  <author>industrias-culturais</author>
  <link>https://industrias-culturais.blogs.sapo.pt/adriano-paiva-e-a-televisao-5976684</link>
  <description>Em 29 de Dezembro de 2003, escrevi um pequeno texto &lt;a href=&quot;http://industrias-culturais.blogspot.pt/2003/12/o-contributo-de-adriano-paiva-1847.html?q=adriano&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; sobre Adriano Paiva, a quem se atribui uma parcela da invenção da televisão, quando disse: &quot;Com o novo telescópio, [...] transformado em corrente eléctrica, o movimento luminoso percorreria docilmente o caminho que nos aprouvesse dar ao fio destinado a conduzi-lo; e de um ponto do globo terrestre seria possível devassar este em toda a sua extensão&quot;. Hoje, volto a recordar a figura do cientista, servindo-me de um texto publicado na revista &lt;i&gt;Flama&lt;/i&gt;, a 12 de Setembro de 1969, assinado por Pinto Garcia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriano Paiva Faria Leite Brandão, conde de Campo Belo, propusera uma solução para a televisão, em carta de 27 de Abril de 1878. A isso chamou &lt;i&gt;telescópio eléctrico&lt;/i&gt;. Adriano Paiva descobrira que o selénio poderia ser um material transmissor. Docente de Física na Academia Politécnica do Porto, ele precisava de dinheiro para apetrechar o seu laboratório, o que não conseguiria. O inventor estava no domínio da técnica. Depois, com experiências na Europa e nos Estados Unidos, pelas mãos de outros inventores, chegava-se à televisão. Primeiro, o aparelho, depois os conteúdos, como reflectiu Raymond Williams.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-cwnFJUkDmQs/VIwJe8dOEPI/AAAAAAAAOHo/_QptB2CWqaI/s1600/Flama%2C%2B129.1969%2B(1).jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-cwnFJUkDmQs/VIwJe8dOEPI/AAAAAAAAOHo/_QptB2CWqaI/s320/Flama%2C%2B129.1969%2B(1).jpg&quot; height=&quot;296&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-uGeJNLgLcGA/VIwPL90rfdI/AAAAAAAAOIA/K_yAfgt0vWg/s1600/Flama%2C%2B12.9.1969%2B(2).jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-uGeJNLgLcGA/VIwPL90rfdI/AAAAAAAAOIA/K_yAfgt0vWg/s1600/Flama%2C%2B12.9.1969%2B(2).jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;128&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-hotIHvMT70A/VIwJeGSiM5I/AAAAAAAAOHk/ehlNfb2UelU/s1600/Flama%2C%2B129.1969%2B(3).jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-hotIHvMT70A/VIwJeGSiM5I/AAAAAAAAOHk/ehlNfb2UelU/s320/Flama%2C%2B129.1969%2B(3).jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;125&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Tue, 09 Dec 2014 12:14:00 GMT</pubDate>
  <title>Raymond Williams (1)</title>
  <author>industrias-culturais</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-45fhCe3FvJM/VIYiveLeaOI/AAAAAAAAOG4/Ca-t6ESG2_U/s1600/williams.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://1.bp.blogspot.com/-45fhCe3FvJM/VIYiveLeaOI/AAAAAAAAOG4/Ca-t6ESG2_U/s1600/williams.jpg&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;130&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No capítulo &quot;Technology and the Society&quot; do livro &lt;i&gt;Television&lt;/i&gt;, Williams escreve que a televisão alterou o mundo, o que leva a que se fale de um novo mundo, uma nova sociedade. Ele considera causas e efeitos. As questões relacionadas com causa e efeito são entre tecnologia e sociedade e têm uma acção prática. O autor refere-se à tecnologia e aos usos da tecnologia, a instituições relacionadas com tecnologia e aos seus conteúdos. Ora, a televisão é uma tecnologia cultural particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A análise de Williams parte de três pontos (os subcapítulos): 1) versões de causa e efeito na tecnologia e na sociedade, 2) história social da televisão como tecnologia, 3) história social dos usos da tecnologia da televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro ponto, das versões de causa e efeito na tecnologia e na sociedade, há afirmações como: 1) a televisão foi inventada como resultado da investigação científica e técnica. Em vez de apenas um meio de notícias e entretenimento é o meio fundamental das notícias e entretenimento, 2) adquire a forma de meio institucional fundamental, 3) alterou as nossas percepções da realidade, 4) articula-se com outros factores como a mobilidade física, 5) adquire um papel central na vida da família, da cultura e da sociedade, 6) o investimento e desenvolvimento da televisão leva-a a um novo tipo de sociedade, 7) tornou-se numa nova fase lucrativa da economia doméstica do consumo, 8) realça elementos de passividade e desadequação cultural e psicológica, 9) explora as necessidades de uma sociedade complexa e atomizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmação sempre presente é “a televisão alterou o nosso mundo”. As cinco primeiras afirmações são vistas como determinismo tecnológico, que é uma perspectiva ortodoxa da natureza da mudança social. As outras quatro afirmações são menos deterministas. Aqui destaca outros factores na mudança social. Williams fala do grande debate entre estas perspectivas, a do determinismo tecnológico, em que as novas tecnologias são uma variável independente, e a da tecnologia sintomática, em que essa independência é mais marginal. Williams propõe uma interpretação diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo ponto, a história social da televisão como tecnologia, Williams entende que a invenção da televisão não resulta de um acontecimento isolado ou de um conjunto de acontecimentos. Ela depende de um complexo de invenções e desenvolvimentos na electricidade, na telegrafia, na fotografia e cinema, e na rádio. Ele identifica dois períodos principais (1875-1890; décadas de 1920 e 1930). As vantagens da electricidade relacionam-se com as necessidades industriais, mobilidade e transferência da electricidade e flexibilidade. A electricidade, além das fábricas, vai servir as cidades e os lares. O desenvolvimento do telégrafo foi mais simples, com a transmissão de mensagens através de equipamentos eléctricos. A telegrafia eléctrica ocorreu na década de 1870, a mesma década em que o telefone se desenvolveu [há uma imprecisão de datas, pois o telégrafo é anterior]. Williams junta a ideia de imagens em movimento (cinema) com o efeito da persistência na visão humana. Ele descreve depois a televisão e as suas etapas anteriores. Apesar da previsão do seu aparecimento, foram necessárias a existência da válvula electrónica e do amplificador multi-etapas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor refere um conjunto alargado de invenções (e descobertas) científicas e a rivalidade entre sistemas mecânicos e electrónicos (hoje objecto apenas da história, pois a digitalização ultrapassou esses sistemas). Williams destaca o número de campos complexo e relacionado em termos de sistemas de mobilidade e transferência de produção (eléctrica, radiodifusão) e comunicação. Isto é: uma característica dos sistemas de comunicação é que foram previstos – não em termos utópicos mas técnicos – antes dos componentes fundamentais dos sistemas desenvolvidos terem sido descobertos e melhorados. Isto liga-se a uma longa história da acumulação capitalista e ao trabalho de melhorias técnicas, criando novas necessidades e novas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao terceiro ponto, a história social dos usos da tecnologia televisiva, Williams coloca a questão de uma relação entre uma nova sociedade móvel e complexa e o desenvolvimento da moderna tecnologia de comunicação. Os incentivos nasceram de problemas de comunicação e controlo militar e de operações comerciais. As tecnologias permitem passar informação específica e manter contacto e controlo. Isso foi visível na segunda fase da tecnologia (electrónica) – a rádio, mais tarde tornada uma tecnologia para o público geral. Williams indica um conhecimento crescente da mobilidade e mudança como marcadores no processo social de comunicação. O autor reflecte sobre a palavra massa: organização de massa, comício de massa, produção de massa. Mas a rádio sonora e a televisão foram desenvolvidas para a transmissão para lares individuais, embora nada na tecnologia o tornasse inevitável. Se a comunicação social está ligada à comunicação de massa, com os media a irem alcançar muita gente, a massa é ultrapassada pela oferta de aparelhos individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário de todas as tecnologias de comunicação anteriores, a rádio e a televisão eram sistemas inicialmente previstos para transmissão e recepção como processos abstractos, com uma pequena ou nenhuma definição de conteúdo. Este, quando muito, era parasitário – eventos do Estado, acontecimentos desportivos, teatro [eu tenho uma posição mais moderada que Williams, embora o entenda. A rádio deve a tecnologias anteriores, mas também a práticas culturais anteriores. Os intervalos na transmissão de uma ópera seguiram o protocolo das representações no palco]. Williams insiste: a oferta da radiodifusão antecede a procura; os media precedem o conteúdo. Depois da tecnologia pública (como o caminho de ferro e a iluminação eléctrica), veio a tecnologia privada, a privatização móvel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mobilidade, entende-se o ir e vir e procurar novos locais. Uma maior mobilidade interna, a um primeiro nível, trouxe consequências secundárias em termos de dispersão das famílias e a necessidade de novos tipos de organização social. A rádio era um novo tipo de comunicação – as notícias de fora, de fontes inacessíveis. A nova tecnologia de consumo atingiu a sua primeira etapa decisiva na década de 1920. Aos novos bens, como o transporte privado, correspondeu a rádio, que trouxe notícias e entretenimento para o lar. Nessa altura inicial, a questão era a transmissão; depois, veio o conteúdo [aqui, discordo de novo de Williams: a cultura tecnológica era a troca de cartões entre emissores amadores que levavam a sua voz mais longe do que nunca. A rádio é uma tecnologia que começa por herdar isso]. Já na década de 1930, há avanços significativos na produção de conteúdos. A radiodifusão oferecia um todo social – música, notícias, entretenimento, desporto. A televisão seguiu etapas semelhantes à rádio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leitura:&lt;/b&gt; Raymond Williams (1974/2008). &lt;i&gt;Television: Technology and Cultural Form&lt;/i&gt;. Londres e Nova Iorque: Routledge, pp. 1-23</description>
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