Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

FESTIVAL DE PROGRAMAS AUDIOVISUAIS

Até 27 de Novembro, estão abertas as inscrições para o Festival International de Programmes Audiovisuales (FIPA), a decorrer na cidade francesa de Biarritz entre 26 e 31 de Janeiro de 2010. A competição inclui as seguintes categorias: drama, séries e seriados, documentários criativos e ensaios, reportagem e artes, e artes performativas.

Para saber mais, ver em FIPA e no Facebook.
publicado por industrias-culturais às 11:07
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Domingo, 1 de Junho de 2008

FEDERAÇÃO DE ESCOLAS DE AUDIOVISUAL E CINEMA


No passado dia 13 de Maio, foi assinado no Porto um protocolo de colaboração entre cinco escolas universitárias (ESAP, ESMAE/IPP, UBI, ULHT e UM). A principal intenção é a constituição da Federação de Escolas Portuguesas de Audiovisual e Cinema (designação ainda provisória). O acto contou com a presença do Presidente do ICA (Instituto do Cinema e Audiovisual).
publicado por industrias-culturais às 22:30
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FEDERAÇÃO DE ESCOLAS DE AUDIOVISUAL E CINEMA


No passado dia 13 de Maio, foi assinado no Porto um protocolo de colaboração entre cinco escolas universitárias (ESAP, ESMAE/IPP, UBI, ULHT e UM). A principal intenção é a constituição da Federação de Escolas Portuguesas de Audiovisual e Cinema (designação ainda provisória). O acto contou com a presença do Presidente do ICA (Instituto do Cinema e Audiovisual).
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No passado dia 13 de Maio, foi assinado no Porto um protocolo de colaboração entre cinco escolas universitárias (ESAP, ESMAE/IPP, UBI, ULHT e UM). A principal intenção é a constituição da Federação de Escolas Portuguesas de Audiovisual e Cinema (designação ainda provisória). O acto contou com a presença do Presidente do ICA (Instituto do Cinema e Audiovisual).
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No passado dia 13 de Maio, foi assinado no Porto um protocolo de colaboração entre cinco escolas universitárias (ESAP, ESMAE/IPP, UBI, ULHT e UM). A principal intenção é a constituição da Federação de Escolas Portuguesas de Audiovisual e Cinema (designação ainda provisória). O acto contou com a presença do Presidente do ICA (Instituto do Cinema e Audiovisual).
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No passado dia 13 de Maio, foi assinado no Porto um protocolo de colaboração entre cinco escolas universitárias (ESAP, ESMAE/IPP, UBI, ULHT e UM). A principal intenção é a constituição da Federação de Escolas Portuguesas de Audiovisual e Cinema (designação ainda provisória). O acto contou com a presença do Presidente do ICA (Instituto do Cinema e Audiovisual).
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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

ESTRATÉGIAS DO AUDIOVISUAL SEGUNDO RUI CÁDIMA


Talvez ainda mais importante que o estudo da ERC, aqui discutido ontem, é o livro que Francisco Rui Cádima lançou a semana passada, A Crise do Audiovisual Europeu. 20 Anos de Políticas Europeias em Análise. Escreve ele: “Mais de vinte anos depois, o essencial permanece imutável. A «obra europeia» neste sector confunde-se com o «telelixo»” (p. 93).

Acrescenta o autor, pessimista com o rumo que o audiovisual tem tomado na Europa, que os canais públicos prosseguem estratégias comerciais sem colocar primazia na cidadania ou na ética, enquanto se agrava o défice comercial no audiovisual face aos Estados Unidos, sem nada ser feito no domínio da educação para os media.


O audiovisual, continua, não é visto na dimensão social e cultural, mas na de “serviço económico” e “mercado”. Salienta ainda a ausência de investimento na formação de recursos humanos em áreas como computação e gestão de projecto multimedia. Cádima aponta igualmente a ausência de uma avaliação rigorosa da Directiva comunitária Televisão sem Fronteiras e a necessidade de um “controlo efectivo dos géneros de programas, metodologias e estatísticas referentes a quotas de programas dos operadores”.

Se o estudo da ERC identifica ao pormenor o caudal de programas e serviços noticiários nos canais televisivos e aponta os pontos fortes e as fragilidades no âmbito nacional, Cádima olha a legislação da Comunidade Europeia e detecta os múltiplos equívocos nas estratégias (ou sua ausência) da política comunitária do audiovisual. Assim, os erros ou defeitos comunitários reflectem-se necessariamente sobre o tecido audiovisual nacional, tarefa que não compete à ERC na sua análise.
publicado por industrias-culturais às 09:55
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Talvez ainda mais importante que o estudo da ERC, aqui discutido ontem, é o livro que Francisco Rui Cádima lançou a semana passada, A Crise do Audiovisual Europeu. 20 Anos de Políticas Europeias em Análise. Escreve ele: “Mais de vinte anos depois, o essencial permanece imutável. A «obra europeia» neste sector confunde-se com o «telelixo»” (p. 93).

Acrescenta o autor, pessimista com o rumo que o audiovisual tem tomado na Europa, que os canais públicos prosseguem estratégias comerciais sem colocar primazia na cidadania ou na ética, enquanto se agrava o défice comercial no audiovisual face aos Estados Unidos, sem nada ser feito no domínio da educação para os media.


O audiovisual, continua, não é visto na dimensão social e cultural, mas na de “serviço económico” e “mercado”. Salienta ainda a ausência de investimento na formação de recursos humanos em áreas como computação e gestão de projecto multimedia. Cádima aponta igualmente a ausência de uma avaliação rigorosa da Directiva comunitária Televisão sem Fronteiras e a necessidade de um “controlo efectivo dos géneros de programas, metodologias e estatísticas referentes a quotas de programas dos operadores”.

Se o estudo da ERC identifica ao pormenor o caudal de programas e serviços noticiários nos canais televisivos e aponta os pontos fortes e as fragilidades no âmbito nacional, Cádima olha a legislação da Comunidade Europeia e detecta os múltiplos equívocos nas estratégias (ou sua ausência) da política comunitária do audiovisual. Assim, os erros ou defeitos comunitários reflectem-se necessariamente sobre o tecido audiovisual nacional, tarefa que não compete à ERC na sua análise.
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Talvez ainda mais importante que o estudo da ERC, aqui discutido ontem, é o livro que Francisco Rui Cádima lançou a semana passada, A Crise do Audiovisual Europeu. 20 Anos de Políticas Europeias em Análise. Escreve ele: “Mais de vinte anos depois, o essencial permanece imutável. A «obra europeia» neste sector confunde-se com o «telelixo»” (p. 93).

Acrescenta o autor, pessimista com o rumo que o audiovisual tem tomado na Europa, que os canais públicos prosseguem estratégias comerciais sem colocar primazia na cidadania ou na ética, enquanto se agrava o défice comercial no audiovisual face aos Estados Unidos, sem nada ser feito no domínio da educação para os media.


O audiovisual, continua, não é visto na dimensão social e cultural, mas na de “serviço económico” e “mercado”. Salienta ainda a ausência de investimento na formação de recursos humanos em áreas como computação e gestão de projecto multimedia. Cádima aponta igualmente a ausência de uma avaliação rigorosa da Directiva comunitária Televisão sem Fronteiras e a necessidade de um “controlo efectivo dos géneros de programas, metodologias e estatísticas referentes a quotas de programas dos operadores”.

Se o estudo da ERC identifica ao pormenor o caudal de programas e serviços noticiários nos canais televisivos e aponta os pontos fortes e as fragilidades no âmbito nacional, Cádima olha a legislação da Comunidade Europeia e detecta os múltiplos equívocos nas estratégias (ou sua ausência) da política comunitária do audiovisual. Assim, os erros ou defeitos comunitários reflectem-se necessariamente sobre o tecido audiovisual nacional, tarefa que não compete à ERC na sua análise.
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Talvez ainda mais importante que o estudo da ERC, aqui discutido ontem, é o livro que Francisco Rui Cádima lançou a semana passada, A Crise do Audiovisual Europeu. 20 Anos de Políticas Europeias em Análise. Escreve ele: “Mais de vinte anos depois, o essencial permanece imutável. A «obra europeia» neste sector confunde-se com o «telelixo»” (p. 93).

Acrescenta o autor, pessimista com o rumo que o audiovisual tem tomado na Europa, que os canais públicos prosseguem estratégias comerciais sem colocar primazia na cidadania ou na ética, enquanto se agrava o défice comercial no audiovisual face aos Estados Unidos, sem nada ser feito no domínio da educação para os media.


O audiovisual, continua, não é visto na dimensão social e cultural, mas na de “serviço económico” e “mercado”. Salienta ainda a ausência de investimento na formação de recursos humanos em áreas como computação e gestão de projecto multimedia. Cádima aponta igualmente a ausência de uma avaliação rigorosa da Directiva comunitária Televisão sem Fronteiras e a necessidade de um “controlo efectivo dos géneros de programas, metodologias e estatísticas referentes a quotas de programas dos operadores”.

Se o estudo da ERC identifica ao pormenor o caudal de programas e serviços noticiários nos canais televisivos e aponta os pontos fortes e as fragilidades no âmbito nacional, Cádima olha a legislação da Comunidade Europeia e detecta os múltiplos equívocos nas estratégias (ou sua ausência) da política comunitária do audiovisual. Assim, os erros ou defeitos comunitários reflectem-se necessariamente sobre o tecido audiovisual nacional, tarefa que não compete à ERC na sua análise.
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