Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016

Propaganda, cultura e entretenimento em colóquio

No dia 24 de fevereiro, no Arquivo Distrital do Porto (rua das Taipas, 90, Porto), vai decorrer o colóquio Propaganda, cultura e entretenimento em Portugal na primeira metade do século XX.

 

Retiro a seguinte informação do programa do colóquio:

"O século XX assistiu a profundas mudanças sociais, culturais e tecnológicas. Invenções como a lâmpada, o automóvel e o telefone, no final do século anterior, mudaram o quotidiano das pessoas e teriam grande impacto nas décadas seguintes. Este progresso tecnológico prosseguiu na 1ª metade do século XX, a par de grandes mudanças no cenário político global. A concentração da população europeia nos grandes centros urbanos, a generalização do ensino e o desenvolvimento exponencial dos meios de comunicação fizeram surgir um novo tipo de cultura: a cultura de massas. Tornada um bem industrial, seguindo um modo de produção estandardizada, gerando um consumo maciço de bens culturais, a cultura de massas transmitiu valores e modos de estar que se impuseram como padrões culturais homogéneos. Também as novas formas de organização do trabalho geraram mudanças, possibilitando um aumento do tempo de lazer disponível dos trabalhadores e permitindo que a relação dos indivíduos com o entretenimento sofresse alterações significativas nesta primeira metade do século, em particular graças a dois meios de comunicação: a rádio e o cinema".

Organização: Pedro Russo Moreira (INET-MD) e Carla Ribeiro (InED/ESEP e CEPESE/UP). Contactos: pfrmoreira@gmail.com e carlaribeiro@ese.ipp.pt.

Ler mais informação (atualizada em 25 de fevereiro de 2016) aqui
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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016

Jornalismo cultural em ambiente digital

Dora Santos Silva defendeu hoje a sua tese de doutoramento na Universidade Nova de Lisboa, com o título Cultural Journalism in a Digital Environment. New Models, Practices and Possibilities. Retiro o começo da sua síntese:

"Both culture coverage and digital journalism are contemporary phenomena that have undergone several transformations within a short period of time. Whenever the media enters a period of uncertainty such as the present one, there is an attempt to innovate in order to seek sustainability, skip the crisis or find a new public. This indicates that there are new trends to be understood and explored, i.e., how are media innovating in a digital environment? Not only does the professional debate about the future of journalism justify the need to explore the issue, but so do the academic approaches to cultural journalism. However, none of the studies so far have considered innovation as a motto or driver and tried to explain how the media are covering culture, achieving sustainability andengaging with the readers in a digital environment. This research examines how European media which specialize in culture or havean important cultural section are innovating in a digital environment. Specifically, we see how these innovation strategies are being taken in relation to the approach to culture and dominant cultural areas, editorial models, the use of digital tools for tellingstories, overall brand positioning and extensions, engagement with the public and business models".

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Virgílio Ferreira no teatro radiofónico

O Diário Popular editava, a 23 de dezembro de 1974, a notícia do novo folhetim de Rádio Clube Português,  Vagão J, de Virgílio Ferreira. Seriam 22 episódios de 15 minutos cada um, adaptado por Costa Ferreira. Alguns intérpretes: Dalila Rocha, Irene Cruz, Zé Beto Marques, Catarina Avelar, Adelaide João, Madalena Braga, Maria Isabel, Varela Silva e António Montez. Sonoplastia e montagem de Marques Miguel e colaboração técnica de Mário Crisóstomo. O folhetim integrava-se na rubrica Teatro Livre, produção conjunta de Rogério Paulo, Armando Caldas e Rádio Clube Português, com o patrocínio de uma companhia de seguros. Esta rubrica durou alguns meses e permitiu à estação ter alguns bons trabalhos na área do teatro radiofónico. A direção artística pertenceu a Rui de Carvalho e a direção de produção a Fernando Curado Ribeiro.


O escritor Virgílio Ferreira nasceu a 28 de janeiro de 1916.
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Domingo, 24 de Janeiro de 2016

Sítio Certo, História Errada

Filme de Hong Sang-soo (2015), com Jung Jaeyoung, Kim Minhee, Ko Asung e Choi Hwajung. Num primeiro momento, o filme lembrou-me Lost in Translation, de Sofia Coppola (2013), com Bill Murray e Scarlett Johansson, um encontro entre um homem mais velho e uma mulher jovem, passado num país oriental, este no Japão e o outro na Coreia do Sul, em que a possibilidade de vida futura comum não tem qualquer probabilidade. Mas as semelhanças acabam aqui: enquanto o filme americano tem planos rápidos e uma montagem trepidante, o filme sul-coreano possui planos longos e fixos, exceto quando os dois conversam numa cafetaria e a câmara roda ora para um ora para outro lado. Hong Sang-soo procura mesmo uma harmonia nos locais filmados e os diálogos são lentos, quase ao mesmo tempo banais e filosóficos sobre a existência humana.


A história do filme mostra duas variações de um encontro romântico. O realizador Ham Cheon-soo, o senhor realizador como o tratam, chega à cidade de Suwon onde apresenta um filme seu e faz uma palestra sobre o mesmo a um grupo de estudantes. Chega no dia anterior e visita um palácio e centro de recolhimento sagrado. Aí, conhece a jovem Yoon Hee-jeong e descobre que é uma pintora no começo de carreira. Vê os seus quadros, janta com ela e segue-a para um encontro com amigos dela. A variação da história parte dos mesmos pressupostos mas apresenta algumas ideias de um outro ângulo. Por exemplo, se na primeira versão ele elogia a pintura dela, na segunda ele critica e encontra razões psicológicas de fuga à realidade na jovem. Na segunda versão, ele declara-se apaixonado por ela mas não pode ir além da declaração porque é casado e pai de dois filhos. Se na primeira versão ele sai enfastiado da conferência, dizendo mal do animador da sessão, na variação ele mostra-se encantado com o acolhimento na sessão de auditório.

Resumindo, o filme versa sobre as tentativas de abordagem de um indivíduo a um tempo e a um lugar, às suas múltiplas tentativas de ensaiar um caminho tipo "se eu fizesse isto". Ao mesmo tempo, o filme trabalha a ternura, os afetos e as possibilidades de êxito ou compromisso. É, por isso, um filme sobre a intimidade e as relações humanas.
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Sábado, 23 de Janeiro de 2016

Aveiro

A caminho da viagem pela ria. A cidade onde vivi metade do ano de 2000 - para escrever um livro - está mais bonita e mais voltada para o exterior, a começar pelo movimento do rio. E os restaurantes continuam com muita qualidade.

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2016

Ciclo de Cinema Russo

O Ciclo de Cinema Russo tem por objectivo a divulgação de obras máximas, muitas delas em versões restauradas, realizadas por dez realizadores, entre os quais Sergei Eisenstein, Andrei Tarkovsky, Aleksandr Dovzhenko, Larisa Shepitko, Sergei Bondarchuk, Marlen Khutsiev, Andrei Konchalowski e Aleksandr Sokurov, em quase cem anos de produção cinematográfica na Rússia. Exibição de uma trintena de filmes. Com início a 11 de fevereiro, será apresentada a obra integral de Andrei Tarkovsky. O ciclo decorre no Cinema Medeia Espaço Nimas, Lisboa (informação da organização).


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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016

Renascido

O Renascido. filme de Alejandro González Iñárritu (2015), interpretado por Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Domhnall Gleeson, Will Poulter, conta a história de um explorador, Hugh Glass, nascido em 1780 na Pensilvânia e com uma carreira militar, de trato social difícil, atacado brutalmente por um urso e abandonado pelos seus colegas caçadores de peles e cuja recuperação física no inverno rigoroso no estado americano de Montana o leva à vingança sobre John Fitzgerald, que teria assassinado o filho de Glass, sempre a enfrentar novos e difíceis desafios.

Na história verídica de Glass, não há qualquer documento que indique que ele teve um filho e se casou sequer com uma mulher nativa, depois de capturado por índios americanos. Mas o filme ganha densidade dramática com as imagens de um passado feliz de Glass. E permite reconstituir a vida naquela época em que franceses e ingleses disputavam territórios aos nativos e onde os perigos vinham de muitos sítios. Nem a natureza nem os homens eram confiáveis.

Destaco ainda a fotografia de Emmanuel Lubezki e a música de Ryuichi Sakamoto, Carsten Nicolai e Bryce Dessner.
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016

Escritores alentejanos em associação

No próximo sábado, dia 23 de janeiro, em Beja decorre a apresentação pública da Associação de Escritores do Alentejo (ASSESTA). O encontro está aprazado para a Biblioteca José Saramago, pelas 16:00.

Ela conta com os escritores Antónia Luísa Silva, Carlos Campaniço, Fernando Évora, Fernando Guerreiro, Joaninha Duarte, José Teles Lacerda, Luís Contente, Luís Miguel Ricardo, Manuela Pina, Maria Ana Ameixa, Maria Morais, Napoleão Mira, Olinda P. Gil e Vítor Encarnação. Ao mesmo tempo, há uma feira do livro.

Da informação divulgada pela associação, retiro o seguinte: entidade que "nasceu da vontade de um grupo de escritores alentejanos ou com fortes vínculos à região, em promover a literatura nestas terras de horizontes desafogadas.A ASSESTA tem como principais objetivos: realizar apresentações de livros e autores, organizar tertúlias temáticas, dinamizar oficinas de escrita criativa, desenvolver projetos literários de promoção e preservação da cultura alentejana, criar concursos literários para novos valores da escrita, fomentar espetáculos ligados à palavra (contos contados, poesias cantadas, etc.) e promover encontros literários".A ASSESTA está sediada na Casa da Cultura de Beja.
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016

Cultura na Primeira Página

Saiu em 2014, mas só agora faço uma referência ao livro coordenado por Carla Baptista, que representa um mapa das principais tendências e evolução do jornalismo cultural impresso. O trabalho baseia-se na análise de conteúdo às notícias das  primeiras páginas dos jornais PúblicoDiário de NotíciasCorreio da ManhãJornal de NotíciasExpresso e Visão em dez anos (2000-2010), cobrindo dois grandes acontecimentos culturais (Porto 2001 e Guimarães 2012, este já fora do decénio) e em 20 entrevistas a diretores, editores e jornalistas da área da cultura.

Carla Baptista, que assina o primeiro texto, constata a redução quanto a número de suplementos culturais, número de críticos e espaço e visibilidade dada à área cultural no período estudado (2000-2010). Indica ainda uma maior aproximação aos valores da indústria e do valor comercial dos conteúdos. Para a autora, o jornalismo cultural é do domínio dos textos curtos (e também ensaio), dada a escassez do tempo de produção, foge aos temas eruditos e aos géneros da crítica, ensaia uma luta entre o cultural sagrado e o económico profano e reflete uma certa rebeldia estilística. Como conclusão, a autora indica que os jornais não são todos iguais em termos de cobertura da cultura. Se o Público se destaca, no Correio da Manhã há um peso maior da cultura popular, caso das festas religiosas. Do ponto de vista temático, dominam a música (27%), o cinema (20%) e a literatura (17%). Os protagonistas são indivíduos (64%), em detrimento das instituições (14%). Lisboa domina geograficamente (39%), o que significa um desligamento da imprensa face à tendência de maior capacitação cultural descentralizada.

O segundo texto pertence a Teresa Mendes Flores, que estuda o destaque da imagem nas primeiras páginas dos jornais estudados. Ela refere que, ao longo do decénio, a imagem fotográfica teve um relevo crescente, caso do Diário de Notícias, que faz depender a notícia da existência de imagem. A força da imagem subiu 13,2% no decénio. Na década estudada, há uma saturação, entendida como a grande quantidade de informação veiculada em simultâneo. Os jornais onde a área da cultura é mais importante são os que mais imagens produzem porque são os que mais destacam a cultura. Curioso o facto mais relevante na primeira página ser a fotografia do obituário.

O terceiro texto pertence a Dora Santos Silva, que estuda dois subgéneros na cultura – review (resenha) e roteiro, em substituição da crítica tradicional. A investigadora parte da ideia que o jornalismo contemporâneo opera um contínuo entre arte, cultura popular, estilo de vida e consumo, admitindo áreas como publicidade, moda e gastronomia. Isto conduz à inclusão do “jornalismo de serviço” ou “utilitário”, onde a cultura serve para decisões práticas do quotidiano. A review (resenha), subgénero da crítica, visa dar uma ideia resumida da obra, com o propósito de informar (e não educar). Uma das características diferenciadoras deste subgénero é a ausência de juízos de valor. Por seu lado, inserido no género utilitário, o roteiro ou guia diz respeito à programação e listas de teatros, filmes e outros eventos, juntando elementos de reportagem (que informa) e elementos da review (que incita a uma ação). Em Portugal, roteiros e reviews abundam nos suplementos de lazer. Dora Santos Silva chama a atenção para uma nova dimensão performativa do jornalismo cultural, que remete para um cenário menos autoral e menos legitimado.

O livro contém outros textos de igual interesse, como o de Marisa Torres da Silva, que estudou o estilo informativo e as práticas discursivas do jornalismo de música e conclui pela escrita que vagueia entre a informação, a interpretação, a crítica e a análise, Celiana Azevedo, que observou o Diário de Notícias e procurou definir as funções do jornalista da cultura, atendendo a que a crise financeira resultou em despedimento de jornalistas, diminuição de páginas e diminuição do tratamento da cultura, Helena Vieira, que destacou a presença frequente de figuras da cultura e conclui que o jornalismo cultural se constrói em torno de figuras, como realizadores, cantores e escritores, e Maria João Centeno trabalha a cobertura jornalística das capitais europeias da cultura, para quem a imprensa intervém no impacto dos eventos culturais na imagem das cidades e atrai e estimula o consumo entre os visitantes, mas não estimula a reflexão sobre as políticas culturais.

Leitura: Carla Baptista et al. (coord.) (2014). Cultura na Primeira Página. Lisboa: Mariposa Azual
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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016

A Rapariga Dinamarquesa

Filme de Tom Hooper (2015), com Alicia Vikander, Eddie Redmayne, Matthias Schoenaerts, Ben Whishaw, Sebastian Koch e Amber Heard. O filme conta uma história passada na Dinamarca, durante a década de 1920. O casal Einar e Gerda Wegener são dois pintores reconhecidos, mais ele que ela. Enquanto as obras de Einar são facilmente vendidas, Gerda enfrenta comentários críticos pela sua pintura ainda convencional.

Um dia, a modelo que Gerda contratou não apareceu. Ela usa o próprio marido, que aceita e (re)descobre, ao usar roupas de mulher, sentimentos de ordem de género sexual que o perturbam. Passa a representar um papel de mulher, acabando por ser considerado perigoso e doente e quase internado à força. Enquanto as obras expostas por Gerda ganham um sucesso inusitado, que a levam a Paris e a frequentar os meios artísticos de vanguarda, Einar definha. Até que o casal toma, de modo dramático, a decisão de mudança de sexo de Einar, que acaba com a morte por deficiências no tratamento médico.

O que mais me impressionou no filme é o trabalho de fotografia. Se a história retrata um tempo de repressões culturais e físicas, a imagem, incluindo planos, cores e movimentos, introduz um tempero estético e que leva à reflexão do que é uma cultura no tempo. O semelhante é aceite, o diferente é rejeitado. Se o desenrolar da história pode apresentar algum sentimento de repulsa (o filme foi proibido na Arábia Saudita por atentado moral), no fim há uma história de vida de grande sensibilidade. Aliás, no mesmo final do filme, há uma homenagem à posição pioneira de Einar Wegener.
publicado por industrias-culturais às 22:06
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