Sexta-feira, 31 de Janeiro de 2014

Call for Papers - 10th Anniversary Cyfrwng Conference. Creative industry: Bridging theory and practice

24th and 25th of July, 2014. Bangor, Wales, UK. 

Conference Theme: Over the past decade, Cyfrwng has worked to build bridges between the scholarly community and the creative industries in Wales. The aim of this conference is to examine the relationship between theoretical and practical approaches to the media, film, performance, writing, music and the creative industries more generally. Proposals are invited from both academics, practitioners and those who seek to combine both roles. Areas of interested may include, but are not limited to:
- The development of the creative industries in Wales and beyond
- Practice-led approaches to research and scholarship
- Production studies as an academic discipline
- The theory and practice of cultural work
- Media education and training
- Partnerships between industry and academia

Proposals which focus on Wales, the Celtic nations, minority and lesser-used languages and smaller nations will be prioritised when selecting participants. However, proposals that examine the conference themes from all nations and regions will be considered.

Cyfrwng is the Welsh association for media studies and associated disciplines. Formed at Bangor in 2004, Cyfrwng has spent the past decade working with academics and media professionals both in Wales and beyond.

Deadline for abstracts: 15 February 2014

Proposals for panels and individual papers can be submitted by email to dyfrig.jones@bangor.ac.uk.
publicado por industrias-culturais às 22:07
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Call for Papers - 10th Anniversary Cyfrwng Conference. Creative industry: Bridging theory and practice

24th and 25th of July, 2014. Bangor, Wales, UK. 

Conference Theme: Over the past decade, Cyfrwng has worked to build bridges between the scholarly community and the creative industries in Wales. The aim of this conference is to examine the relationship between theoretical and practical approaches to the media, film, performance, writing, music and the creative industries more generally. Proposals are invited from both academics, practitioners and those who seek to combine both roles. Areas of interested may include, but are not limited to:
- The development of the creative industries in Wales and beyond
- Practice-led approaches to research and scholarship
- Production studies as an academic discipline
- The theory and practice of cultural work
- Media education and training
- Partnerships between industry and academia

Proposals which focus on Wales, the Celtic nations, minority and lesser-used languages and smaller nations will be prioritised when selecting participants. However, proposals that examine the conference themes from all nations and regions will be considered.

Cyfrwng is the Welsh association for media studies and associated disciplines. Formed at Bangor in 2004, Cyfrwng has spent the past decade working with academics and media professionals both in Wales and beyond.

Deadline for abstracts: 15 February 2014

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24th and 25th of July, 2014. Bangor, Wales, UK. 

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- The development of the creative industries in Wales and beyond
- Practice-led approaches to research and scholarship
- Production studies as an academic discipline
- The theory and practice of cultural work
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Proposals which focus on Wales, the Celtic nations, minority and lesser-used languages and smaller nations will be prioritised when selecting participants. However, proposals that examine the conference themes from all nations and regions will be considered.

Cyfrwng is the Welsh association for media studies and associated disciplines. Formed at Bangor in 2004, Cyfrwng has spent the past decade working with academics and media professionals both in Wales and beyond.

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24th and 25th of July, 2014. Bangor, Wales, UK. 

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- The development of the creative industries in Wales and beyond
- Practice-led approaches to research and scholarship
- Production studies as an academic discipline
- The theory and practice of cultural work
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Proposals which focus on Wales, the Celtic nations, minority and lesser-used languages and smaller nations will be prioritised when selecting participants. However, proposals that examine the conference themes from all nations and regions will be considered.

Cyfrwng is the Welsh association for media studies and associated disciplines. Formed at Bangor in 2004, Cyfrwng has spent the past decade working with academics and media professionals both in Wales and beyond.

Deadline for abstracts: 15 February 2014

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Quinta-feira, 30 de Janeiro de 2014

Portugal e a Eurovisão. 50 anos de canções (1964-2014)

Portugal e a Eurovisão. 50 Anos de Canções (1964-2014) foi um pequeno livro de Jorge Mangorrinha lançado e apresentado na Sociedade Portuguesa de Autores, num projeto alargado à Hemeroteca Municipal, RTP e Universidade Lusófona. O livro foi o pretexto para juntar artistas que concorreram a festivais em representação de Portugal, como António Calvário, que esteve no primeiro festival em 1964, e Madalena Iglésias.
Para Mangorrinha, o trabalho foi feito sem preconceitos, onde se aborda um tema até agora arredado dos estudos universitários: a música ligeira e os seus cantores. Para ele, o festival é um grande acontecimento na música portuguesa, pelo número de pessoas reunidas na sua efectivação, pela promoção do país neste evento anual na Europa e pelas características das canções, pelo papel da televisão pública e pela necessidade de partenariado em edições próximas.
 
No livro, escreve o autor: "Naquele domingo, pouco depois das 22:30, o realizador Raul Ferrão mandou avançar uma câmara para Maria Helena Fialho Gouveia e Henrique Mendes, e estes iniciaram a apresentação do primeiro festival, que contou com 12 canções na final (das 127 submetidas) defendidas por António Calvário, Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Gina Maria e Guilherme Kjolner".
 
A música, foi dito neste encontro, representa 3% do PIB nacional, sendo comparada com a actividade do futebol, que representa 1,5%. Em nome dos artistas, António Calvário recordou a importância da orquestra ao vivo a acompanhar o cantor no festival da Eurovisão onde esteve e as perguntas dos jornalistas que lhes foram dirigidas sobre o regime de Salazar. Tozé Brito, que presidia à sessão, falou da dicotomia entre o envolvimento de compositores e artistas e o seu afastamento versus canais de televisão público e privados. Na época em que António Calvário ou Madalena Iglésias cantavam, havia um só canal e a preto e branco, hoje há múltiplas opções. A uma pergunta sobre a visibilidade dada pela RTP, um responsável desta empresa, José Poiares, lembrava exactamente a concorrência audiovisual como elemento de diluição do impacto do género televisivo.


A Hemeroteca Municipal colocou a partir de hoje muita informação sobre a matéria, e que pode ser consultada a partir desta ligação: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/EFEMERIDES/festival/festivaldacancao.htm, de onde retiramos as páginas da publicação Rádio & Televisão, nº 395, de 28 de Março de 1964, pp. 6-7.

publicado por industrias-culturais às 22:17
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Portugal e a Eurovisão. 50 anos de canções (1964-2014)

Portugal e a Eurovisão. 50 Anos de Canções (1964-2014) foi um pequeno livro de Jorge Mangorrinha lançado e apresentado na Sociedade Portuguesa de Autores, num projeto alargado à Hemeroteca Municipal, RTP e Universidade Lusófona. O livro foi o pretexto para juntar artistas que concorreram a festivais em representação de Portugal, como António Calvário, que esteve no primeiro festival em 1964, e Madalena Iglésias.
Para Mangorrinha, o trabalho foi feito sem preconceitos, onde se aborda um tema até agora arredado dos estudos universitários: a música ligeira e os seus cantores. Para ele, o festival é um grande acontecimento na música portuguesa, pelo número de pessoas reunidas na sua efectivação, pela promoção do país neste evento anual na Europa e pelas características das canções, pelo papel da televisão pública e pela necessidade de partenariado em edições próximas.
 
No livro, escreve o autor: "Naquele domingo, pouco depois das 22:30, o realizador Raul Ferrão mandou avançar uma câmara para Maria Helena Fialho Gouveia e Henrique Mendes, e estes iniciaram a apresentação do primeiro festival, que contou com 12 canções na final (das 127 submetidas) defendidas por António Calvário, Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Gina Maria e Guilherme Kjolner".
 
A música, foi dito neste encontro, representa 3% do PIB nacional, sendo comparada com a actividade do futebol, que representa 1,5%. Em nome dos artistas, António Calvário recordou a importância da orquestra ao vivo a acompanhar o cantor no festival da Eurovisão onde esteve e as perguntas dos jornalistas que lhes foram dirigidas sobre o regime de Salazar. Tozé Brito, que presidia à sessão, falou da dicotomia entre o envolvimento de compositores e artistas e o seu afastamento versus canais de televisão público e privados. Na época em que António Calvário ou Madalena Iglésias cantavam, havia um só canal e a preto e branco, hoje há múltiplas opções. A uma pergunta sobre a visibilidade dada pela RTP, um responsável desta empresa, José Poiares, lembrava exactamente a concorrência audiovisual como elemento de diluição do impacto do género televisivo.


A Hemeroteca Municipal colocou a partir de hoje muita informação sobre a matéria, e que pode ser consultada a partir desta ligação: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/EFEMERIDES/festival/festivaldacancao.htm, de onde retiramos as páginas da publicação Rádio & Televisão, nº 395, de 28 de Março de 1964, pp. 6-7.

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Portugal e a Eurovisão. 50 anos de canções (1964-2014)

Portugal e a Eurovisão. 50 Anos de Canções (1964-2014) foi um pequeno livro de Jorge Mangorrinha lançado e apresentado na Sociedade Portuguesa de Autores, num projeto alargado à Hemeroteca Municipal, RTP e Universidade Lusófona. O livro foi o pretexto para juntar artistas que concorreram a festivais em representação de Portugal, como António Calvário, que esteve no primeiro festival em 1964, e Madalena Iglésias.
Para Mangorrinha, o trabalho foi feito sem preconceitos, onde se aborda um tema até agora arredado dos estudos universitários: a música ligeira e os seus cantores. Para ele, o festival é um grande acontecimento na música portuguesa, pelo número de pessoas reunidas na sua efectivação, pela promoção do país neste evento anual na Europa e pelas características das canções, pelo papel da televisão pública e pela necessidade de partenariado em edições próximas.
 
No livro, escreve o autor: "Naquele domingo, pouco depois das 22:30, o realizador Raul Ferrão mandou avançar uma câmara para Maria Helena Fialho Gouveia e Henrique Mendes, e estes iniciaram a apresentação do primeiro festival, que contou com 12 canções na final (das 127 submetidas) defendidas por António Calvário, Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Gina Maria e Guilherme Kjolner".
 
A música, foi dito neste encontro, representa 3% do PIB nacional, sendo comparada com a actividade do futebol, que representa 1,5%. Em nome dos artistas, António Calvário recordou a importância da orquestra ao vivo a acompanhar o cantor no festival da Eurovisão onde esteve e as perguntas dos jornalistas que lhes foram dirigidas sobre o regime de Salazar. Tozé Brito, que presidia à sessão, falou da dicotomia entre o envolvimento de compositores e artistas e o seu afastamento versus canais de televisão público e privados. Na época em que António Calvário ou Madalena Iglésias cantavam, havia um só canal e a preto e branco, hoje há múltiplas opções. A uma pergunta sobre a visibilidade dada pela RTP, um responsável desta empresa, José Poiares, lembrava exactamente a concorrência audiovisual como elemento de diluição do impacto do género televisivo.


A Hemeroteca Municipal colocou a partir de hoje muita informação sobre a matéria, e que pode ser consultada a partir desta ligação: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/EFEMERIDES/festival/festivaldacancao.htm, de onde retiramos as páginas da publicação Rádio & Televisão, nº 395, de 28 de Março de 1964, pp. 6-7.

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Portugal e a Eurovisão. 50 Anos de Canções (1964-2014) foi um pequeno livro de Jorge Mangorrinha lançado e apresentado na Sociedade Portuguesa de Autores, num projeto alargado à Hemeroteca Municipal, RTP e Universidade Lusófona. O livro foi o pretexto para juntar artistas que concorreram a festivais em representação de Portugal, como António Calvário, que esteve no primeiro festival em 1964, e Madalena Iglésias.
Para Mangorrinha, o trabalho foi feito sem preconceitos, onde se aborda um tema até agora arredado dos estudos universitários: a música ligeira e os seus cantores. Para ele, o festival é um grande acontecimento na música portuguesa, pelo número de pessoas reunidas na sua efectivação, pela promoção do país neste evento anual na Europa e pelas características das canções, pelo papel da televisão pública e pela necessidade de partenariado em edições próximas.
 
No livro, escreve o autor: "Naquele domingo, pouco depois das 22:30, o realizador Raul Ferrão mandou avançar uma câmara para Maria Helena Fialho Gouveia e Henrique Mendes, e estes iniciaram a apresentação do primeiro festival, que contou com 12 canções na final (das 127 submetidas) defendidas por António Calvário, Artur Garcia, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Gina Maria e Guilherme Kjolner".
 
A música, foi dito neste encontro, representa 3% do PIB nacional, sendo comparada com a actividade do futebol, que representa 1,5%. Em nome dos artistas, António Calvário recordou a importância da orquestra ao vivo a acompanhar o cantor no festival da Eurovisão onde esteve e as perguntas dos jornalistas que lhes foram dirigidas sobre o regime de Salazar. Tozé Brito, que presidia à sessão, falou da dicotomia entre o envolvimento de compositores e artistas e o seu afastamento versus canais de televisão público e privados. Na época em que António Calvário ou Madalena Iglésias cantavam, havia um só canal e a preto e branco, hoje há múltiplas opções. A uma pergunta sobre a visibilidade dada pela RTP, um responsável desta empresa, José Poiares, lembrava exactamente a concorrência audiovisual como elemento de diluição do impacto do género televisivo.


A Hemeroteca Municipal colocou a partir de hoje muita informação sobre a matéria, e que pode ser consultada a partir desta ligação: http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/EFEMERIDES/festival/festivaldacancao.htm, de onde retiramos as páginas da publicação Rádio & Televisão, nº 395, de 28 de Março de 1964, pp. 6-7.

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Censura discográfica (3)

"30.1.1974. Inconveniente adquirir ou transmitir José Barata Moura (Produção, Subúrbio, Vamos Brincar à Caridadezinha)".

No dia 23 de Janeiro de 1974, a censura da Emissora Nacional referira genericamente o disco. Agora especificava o nome das canções.

[anteriores edições em 9 e 23 de Janeiro; próxima edição a 1 de Fevereiro]
publicado por industrias-culturais às 21:46
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Censura discográfica (3)

"30.1.1974. Inconveniente adquirir ou transmitir José Barata Moura (Produção, Subúrbio, Vamos Brincar à Caridadezinha)".

No dia 23 de Janeiro de 1974, a censura da Emissora Nacional referira genericamente o disco. Agora especificava o nome das canções.

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