Sábado, 30 de Junho de 2007

ESPAÇOS COMERCIAIS E CONSUMOS


O texto sobre centros comerciais saiu no Diário de Notícias, de 18 de Junho último; o artigo sobre as novas lojas saiu ontem no Público. Ambos os trabalhos reflectem uma área que eu gosto muito: os consumos.



Há uma mudança nítida dos modelos de consumo em espaços comerciais. Por um lado, os grandes centros comerciais são mais atractivos que os pequenos centros comerciais, levando estes ao desaparecimento ou perda de imporância. Por outro lado, as tradicionais lojas de rua perdem clientes, que vão para os centros comerciais, e dão espaço a outras lojas em que o conceito de vender se transforma em híbrido: por exemplo uma lavandaria a funcionar com uma cafetaria de apoio.

Nos centros comerciais mais pequenos, uma das queixas é o preço de aluguer das lojas. Depois, há um efeito cascata ou de arrastamento: se uma ou duas lojas fecham, os clientes deixam de frequentar esses serviços e não passam pelas outras lojas. Em terceiro lugar, há centros que replicam oferta de serviços ou produtos dentro do mesmo: lojas de roupa, restauração. Em quarto lugar, sendo lojas pequenas, a renovação de stock é mais lenta, por mais difícil escoamento de produtos ou circulação dos mesmos por outros espaços. Em quinto lugar, há uma distinção entre centros de cidade e centros periféricos, ou situados em vias de grande densidade de tráfego automóvel que acompanha o crescimento das periferias habitacionais, prova da desertificação das baixas e transferência de residência para essas periferias.

Quanto a lojas de rua, surge uma nova geração de comerciantes para quem há um programa de modernização, o Modcom, que financia até 40 mil euros de investimento, e um gabinete de apoio em formação e consultadoria, o Ganec. Se a velha geração de comerciantes não se actualiza mas procura o trespasse dos seus negócios como forma de ganhar dinheiro para a reforma, a geração mais recente aposta em nichos de mercado e no estabelecimento de uma relação com os clientes de bairro ou zona que as lojas dos centros comerciais não conseguem. Para além da simpatia e de preços moderados, pode bastar a existência complementar de uma base de dados com elementos pessoais dos clientes, caso da data de anos. Ou seja: estratégia, serviços complementares, conhecimento do cliente consumidor e iniciativa. A que se junta uma maior qualificação académica e de línguas, com comerciantes prontos para receber clientes turistas.


[dados retirados dos textos do Diário de Notícias, escritos por Cátia Almeida, Ilídia Pinto e Rudolfo Rebêlo, e do Público, escrito por Raquel Almeida Correia]
publicado por industrias-culturais às 14:50
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ESPAÇOS COMERCIAIS E CONSUMOS


O texto sobre centros comerciais saiu no Diário de Notícias, de 18 de Junho último; o artigo sobre as novas lojas saiu ontem no Público. Ambos os trabalhos reflectem uma área que eu gosto muito: os consumos.



Há uma mudança nítida dos modelos de consumo em espaços comerciais. Por um lado, os grandes centros comerciais são mais atractivos que os pequenos centros comerciais, levando estes ao desaparecimento ou perda de imporância. Por outro lado, as tradicionais lojas de rua perdem clientes, que vão para os centros comerciais, e dão espaço a outras lojas em que o conceito de vender se transforma em híbrido: por exemplo uma lavandaria a funcionar com uma cafetaria de apoio.

Nos centros comerciais mais pequenos, uma das queixas é o preço de aluguer das lojas. Depois, há um efeito cascata ou de arrastamento: se uma ou duas lojas fecham, os clientes deixam de frequentar esses serviços e não passam pelas outras lojas. Em terceiro lugar, há centros que replicam oferta de serviços ou produtos dentro do mesmo: lojas de roupa, restauração. Em quarto lugar, sendo lojas pequenas, a renovação de stock é mais lenta, por mais difícil escoamento de produtos ou circulação dos mesmos por outros espaços. Em quinto lugar, há uma distinção entre centros de cidade e centros periféricos, ou situados em vias de grande densidade de tráfego automóvel que acompanha o crescimento das periferias habitacionais, prova da desertificação das baixas e transferência de residência para essas periferias.

Quanto a lojas de rua, surge uma nova geração de comerciantes para quem há um programa de modernização, o Modcom, que financia até 40 mil euros de investimento, e um gabinete de apoio em formação e consultadoria, o Ganec. Se a velha geração de comerciantes não se actualiza mas procura o trespasse dos seus negócios como forma de ganhar dinheiro para a reforma, a geração mais recente aposta em nichos de mercado e no estabelecimento de uma relação com os clientes de bairro ou zona que as lojas dos centros comerciais não conseguem. Para além da simpatia e de preços moderados, pode bastar a existência complementar de uma base de dados com elementos pessoais dos clientes, caso da data de anos. Ou seja: estratégia, serviços complementares, conhecimento do cliente consumidor e iniciativa. A que se junta uma maior qualificação académica e de línguas, com comerciantes prontos para receber clientes turistas.


[dados retirados dos textos do Diário de Notícias, escritos por Cátia Almeida, Ilídia Pinto e Rudolfo Rebêlo, e do Público, escrito por Raquel Almeida Correia]
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Há uma mudança nítida dos modelos de consumo em espaços comerciais. Por um lado, os grandes centros comerciais são mais atractivos que os pequenos centros comerciais, levando estes ao desaparecimento ou perda de imporância. Por outro lado, as tradicionais lojas de rua perdem clientes, que vão para os centros comerciais, e dão espaço a outras lojas em que o conceito de vender se transforma em híbrido: por exemplo uma lavandaria a funcionar com uma cafetaria de apoio.

Nos centros comerciais mais pequenos, uma das queixas é o preço de aluguer das lojas. Depois, há um efeito cascata ou de arrastamento: se uma ou duas lojas fecham, os clientes deixam de frequentar esses serviços e não passam pelas outras lojas. Em terceiro lugar, há centros que replicam oferta de serviços ou produtos dentro do mesmo: lojas de roupa, restauração. Em quarto lugar, sendo lojas pequenas, a renovação de stock é mais lenta, por mais difícil escoamento de produtos ou circulação dos mesmos por outros espaços. Em quinto lugar, há uma distinção entre centros de cidade e centros periféricos, ou situados em vias de grande densidade de tráfego automóvel que acompanha o crescimento das periferias habitacionais, prova da desertificação das baixas e transferência de residência para essas periferias.

Quanto a lojas de rua, surge uma nova geração de comerciantes para quem há um programa de modernização, o Modcom, que financia até 40 mil euros de investimento, e um gabinete de apoio em formação e consultadoria, o Ganec. Se a velha geração de comerciantes não se actualiza mas procura o trespasse dos seus negócios como forma de ganhar dinheiro para a reforma, a geração mais recente aposta em nichos de mercado e no estabelecimento de uma relação com os clientes de bairro ou zona que as lojas dos centros comerciais não conseguem. Para além da simpatia e de preços moderados, pode bastar a existência complementar de uma base de dados com elementos pessoais dos clientes, caso da data de anos. Ou seja: estratégia, serviços complementares, conhecimento do cliente consumidor e iniciativa. A que se junta uma maior qualificação académica e de línguas, com comerciantes prontos para receber clientes turistas.


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Há uma mudança nítida dos modelos de consumo em espaços comerciais. Por um lado, os grandes centros comerciais são mais atractivos que os pequenos centros comerciais, levando estes ao desaparecimento ou perda de imporância. Por outro lado, as tradicionais lojas de rua perdem clientes, que vão para os centros comerciais, e dão espaço a outras lojas em que o conceito de vender se transforma em híbrido: por exemplo uma lavandaria a funcionar com uma cafetaria de apoio.

Nos centros comerciais mais pequenos, uma das queixas é o preço de aluguer das lojas. Depois, há um efeito cascata ou de arrastamento: se uma ou duas lojas fecham, os clientes deixam de frequentar esses serviços e não passam pelas outras lojas. Em terceiro lugar, há centros que replicam oferta de serviços ou produtos dentro do mesmo: lojas de roupa, restauração. Em quarto lugar, sendo lojas pequenas, a renovação de stock é mais lenta, por mais difícil escoamento de produtos ou circulação dos mesmos por outros espaços. Em quinto lugar, há uma distinção entre centros de cidade e centros periféricos, ou situados em vias de grande densidade de tráfego automóvel que acompanha o crescimento das periferias habitacionais, prova da desertificação das baixas e transferência de residência para essas periferias.

Quanto a lojas de rua, surge uma nova geração de comerciantes para quem há um programa de modernização, o Modcom, que financia até 40 mil euros de investimento, e um gabinete de apoio em formação e consultadoria, o Ganec. Se a velha geração de comerciantes não se actualiza mas procura o trespasse dos seus negócios como forma de ganhar dinheiro para a reforma, a geração mais recente aposta em nichos de mercado e no estabelecimento de uma relação com os clientes de bairro ou zona que as lojas dos centros comerciais não conseguem. Para além da simpatia e de preços moderados, pode bastar a existência complementar de uma base de dados com elementos pessoais dos clientes, caso da data de anos. Ou seja: estratégia, serviços complementares, conhecimento do cliente consumidor e iniciativa. A que se junta uma maior qualificação académica e de línguas, com comerciantes prontos para receber clientes turistas.


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Há uma mudança nítida dos modelos de consumo em espaços comerciais. Por um lado, os grandes centros comerciais são mais atractivos que os pequenos centros comerciais, levando estes ao desaparecimento ou perda de imporância. Por outro lado, as tradicionais lojas de rua perdem clientes, que vão para os centros comerciais, e dão espaço a outras lojas em que o conceito de vender se transforma em híbrido: por exemplo uma lavandaria a funcionar com uma cafetaria de apoio.

Nos centros comerciais mais pequenos, uma das queixas é o preço de aluguer das lojas. Depois, há um efeito cascata ou de arrastamento: se uma ou duas lojas fecham, os clientes deixam de frequentar esses serviços e não passam pelas outras lojas. Em terceiro lugar, há centros que replicam oferta de serviços ou produtos dentro do mesmo: lojas de roupa, restauração. Em quarto lugar, sendo lojas pequenas, a renovação de stock é mais lenta, por mais difícil escoamento de produtos ou circulação dos mesmos por outros espaços. Em quinto lugar, há uma distinção entre centros de cidade e centros periféricos, ou situados em vias de grande densidade de tráfego automóvel que acompanha o crescimento das periferias habitacionais, prova da desertificação das baixas e transferência de residência para essas periferias.

Quanto a lojas de rua, surge uma nova geração de comerciantes para quem há um programa de modernização, o Modcom, que financia até 40 mil euros de investimento, e um gabinete de apoio em formação e consultadoria, o Ganec. Se a velha geração de comerciantes não se actualiza mas procura o trespasse dos seus negócios como forma de ganhar dinheiro para a reforma, a geração mais recente aposta em nichos de mercado e no estabelecimento de uma relação com os clientes de bairro ou zona que as lojas dos centros comerciais não conseguem. Para além da simpatia e de preços moderados, pode bastar a existência complementar de uma base de dados com elementos pessoais dos clientes, caso da data de anos. Ou seja: estratégia, serviços complementares, conhecimento do cliente consumidor e iniciativa. A que se junta uma maior qualificação académica e de línguas, com comerciantes prontos para receber clientes turistas.


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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

TEATRO RADIOFÓNICO DE EDUARDO STREET


Nos meses de Julho a Setembro, a Antena 2, aos domingos e a partir das 18:00, repõe algumas das peças de teatro realizadas para a rádio por Eduardo Street.

O programa para o mês de Julho é o seguinte: 1 – Auto para Jerusalém, de Mário Cesariny; 8 – A Vida é um Sonho, de Calderón de La Barca; 15 – O amor é urgente, de Luiz Francisco Rebello; 22 – O Fidalgo Aprendiz, de D. Francisco Manuel de Melo; 29 – Auto dos Anfitriões, de Luís de Camões.

Eduardo Street, falecido no final do ano passado, realizou cerca de 400 peças. Infelizmente, diversas obras desse acervo total perderam a qualidade, devido ao suporte físico em que ficaram registadas.

O meu obrigado a Marília Street, que me chamou a atenção para esta programação.
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TEATRO RADIOFÓNICO DE EDUARDO STREET


Nos meses de Julho a Setembro, a Antena 2, aos domingos e a partir das 18:00, repõe algumas das peças de teatro realizadas para a rádio por Eduardo Street.

O programa para o mês de Julho é o seguinte: 1 – Auto para Jerusalém, de Mário Cesariny; 8 – A Vida é um Sonho, de Calderón de La Barca; 15 – O amor é urgente, de Luiz Francisco Rebello; 22 – O Fidalgo Aprendiz, de D. Francisco Manuel de Melo; 29 – Auto dos Anfitriões, de Luís de Camões.

Eduardo Street, falecido no final do ano passado, realizou cerca de 400 peças. Infelizmente, diversas obras desse acervo total perderam a qualidade, devido ao suporte físico em que ficaram registadas.

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Nos meses de Julho a Setembro, a Antena 2, aos domingos e a partir das 18:00, repõe algumas das peças de teatro realizadas para a rádio por Eduardo Street.

O programa para o mês de Julho é o seguinte: 1 – Auto para Jerusalém, de Mário Cesariny; 8 – A Vida é um Sonho, de Calderón de La Barca; 15 – O amor é urgente, de Luiz Francisco Rebello; 22 – O Fidalgo Aprendiz, de D. Francisco Manuel de Melo; 29 – Auto dos Anfitriões, de Luís de Camões.

Eduardo Street, falecido no final do ano passado, realizou cerca de 400 peças. Infelizmente, diversas obras desse acervo total perderam a qualidade, devido ao suporte físico em que ficaram registadas.

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