Quinta-feira, 31 de Maio de 2007

PIAZZOLLEX - TANGO MANIA


O Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida (Montijo) apresenta - de 15 a 17 de Junho - a estreia nacional de Piazzollex, festival de música e dança, workshops e exposição, em homenagem ao 15º aniversário da morte do músico e compositor argentino Astor Piazzolla.

Mais informações: 1) fax - 212327880; 2) sítio - www.mun-montijo.pt/ctja.


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O Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida (Montijo) apresenta - de 15 a 17 de Junho - a estreia nacional de Piazzollex, festival de música e dança, workshops e exposição, em homenagem ao 15º aniversário da morte do músico e compositor argentino Astor Piazzolla.

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O Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida (Montijo) apresenta - de 15 a 17 de Junho - a estreia nacional de Piazzollex, festival de música e dança, workshops e exposição, em homenagem ao 15º aniversário da morte do músico e compositor argentino Astor Piazzolla.

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CAVERNÍCOLA


A linguagem usada na peça do final da página 12 da edição do Diário de Notícias de ontem é cavernícola. A propósito do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 3 de Maio sobre o caso de uma violação.

O jornalista - envergonhado atrás de iniciais F.C. (será Fernanda Câncio?) - reproduz parágrafos dessa decisão. Poderá argumentar que cita um documento oficial, logo está ilibado de qualquer chamada de atenção.

Eu não sou representante de qualquer comissão de ordem pública e bons costumes, mas a haver uma argumentação do jornalista de que escreveu de modo livre, directo e objectivo, eu socorro-me de Gaye Tuchman, quando ela reflecte sobre a objectividade como ritual estratégico. O uso das aspas (o uso judicioso das aspas, define ela), a par da apresentação de possibilidades conflituais num acontecimento (por exemplo: Sócrates contra Marques Mendes; ou vice-versa), é um dos procedimentos estratégicos da "objectividade" do jornalista. Dito de modo mais simples: é a defesa do jornalista.

No papel mais simples, o jornalista é um tradutor - se há um relatório científico com jargão próprio e conceitos difíceis (ou impossíveis de compreender para o senso comum), o jornalista esforça-se a apresentar em linguagem acessível essa informação. Se puser partes não perceptíveis para o conhecimento médio dos leitores, estes não lêem a notícia.

A descrição que surge no texto poderia ter sido omitida - ou mitigada. Não seria sequer auto-censura, mas afastamento face a linguagem tão crua expressa num acórdão de juízes. É que, lendo a notícia, não se percebe o caminho para onde o jornalista quer ir. É uma peça muito triste (uso esta palavra suave), com o mensageiro a confundir-se com a mensagem e a ter o ônus dessa linguagem cavernícola.

Parece-me haver uma deriva muito grande no Diário de Notícias. Não sei para que abismo caminha. E o jornal tem excelentes profissionais que, certamente, não se revêem neste tipo de posições.
publicado por industrias-culturais às 08:51
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CAVERNÍCOLA


A linguagem usada na peça do final da página 12 da edição do Diário de Notícias de ontem é cavernícola. A propósito do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 3 de Maio sobre o caso de uma violação.

O jornalista - envergonhado atrás de iniciais F.C. (será Fernanda Câncio?) - reproduz parágrafos dessa decisão. Poderá argumentar que cita um documento oficial, logo está ilibado de qualquer chamada de atenção.

Eu não sou representante de qualquer comissão de ordem pública e bons costumes, mas a haver uma argumentação do jornalista de que escreveu de modo livre, directo e objectivo, eu socorro-me de Gaye Tuchman, quando ela reflecte sobre a objectividade como ritual estratégico. O uso das aspas (o uso judicioso das aspas, define ela), a par da apresentação de possibilidades conflituais num acontecimento (por exemplo: Sócrates contra Marques Mendes; ou vice-versa), é um dos procedimentos estratégicos da "objectividade" do jornalista. Dito de modo mais simples: é a defesa do jornalista.

No papel mais simples, o jornalista é um tradutor - se há um relatório científico com jargão próprio e conceitos difíceis (ou impossíveis de compreender para o senso comum), o jornalista esforça-se a apresentar em linguagem acessível essa informação. Se puser partes não perceptíveis para o conhecimento médio dos leitores, estes não lêem a notícia.

A descrição que surge no texto poderia ter sido omitida - ou mitigada. Não seria sequer auto-censura, mas afastamento face a linguagem tão crua expressa num acórdão de juízes. É que, lendo a notícia, não se percebe o caminho para onde o jornalista quer ir. É uma peça muito triste (uso esta palavra suave), com o mensageiro a confundir-se com a mensagem e a ter o ônus dessa linguagem cavernícola.

Parece-me haver uma deriva muito grande no Diário de Notícias. Não sei para que abismo caminha. E o jornal tem excelentes profissionais que, certamente, não se revêem neste tipo de posições.
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A linguagem usada na peça do final da página 12 da edição do Diário de Notícias de ontem é cavernícola. A propósito do acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 3 de Maio sobre o caso de uma violação.

O jornalista - envergonhado atrás de iniciais F.C. (será Fernanda Câncio?) - reproduz parágrafos dessa decisão. Poderá argumentar que cita um documento oficial, logo está ilibado de qualquer chamada de atenção.

Eu não sou representante de qualquer comissão de ordem pública e bons costumes, mas a haver uma argumentação do jornalista de que escreveu de modo livre, directo e objectivo, eu socorro-me de Gaye Tuchman, quando ela reflecte sobre a objectividade como ritual estratégico. O uso das aspas (o uso judicioso das aspas, define ela), a par da apresentação de possibilidades conflituais num acontecimento (por exemplo: Sócrates contra Marques Mendes; ou vice-versa), é um dos procedimentos estratégicos da "objectividade" do jornalista. Dito de modo mais simples: é a defesa do jornalista.

No papel mais simples, o jornalista é um tradutor - se há um relatório científico com jargão próprio e conceitos difíceis (ou impossíveis de compreender para o senso comum), o jornalista esforça-se a apresentar em linguagem acessível essa informação. Se puser partes não perceptíveis para o conhecimento médio dos leitores, estes não lêem a notícia.

A descrição que surge no texto poderia ter sido omitida - ou mitigada. Não seria sequer auto-censura, mas afastamento face a linguagem tão crua expressa num acórdão de juízes. É que, lendo a notícia, não se percebe o caminho para onde o jornalista quer ir. É uma peça muito triste (uso esta palavra suave), com o mensageiro a confundir-se com a mensagem e a ter o ônus dessa linguagem cavernícola.

Parece-me haver uma deriva muito grande no Diário de Notícias. Não sei para que abismo caminha. E o jornal tem excelentes profissionais que, certamente, não se revêem neste tipo de posições.
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O jornalista - envergonhado atrás de iniciais F.C. (será Fernanda Câncio?) - reproduz parágrafos dessa decisão. Poderá argumentar que cita um documento oficial, logo está ilibado de qualquer chamada de atenção.

Eu não sou representante de qualquer comissão de ordem pública e bons costumes, mas a haver uma argumentação do jornalista de que escreveu de modo livre, directo e objectivo, eu socorro-me de Gaye Tuchman, quando ela reflecte sobre a objectividade como ritual estratégico. O uso das aspas (o uso judicioso das aspas, define ela), a par da apresentação de possibilidades conflituais num acontecimento (por exemplo: Sócrates contra Marques Mendes; ou vice-versa), é um dos procedimentos estratégicos da "objectividade" do jornalista. Dito de modo mais simples: é a defesa do jornalista.

No papel mais simples, o jornalista é um tradutor - se há um relatório científico com jargão próprio e conceitos difíceis (ou impossíveis de compreender para o senso comum), o jornalista esforça-se a apresentar em linguagem acessível essa informação. Se puser partes não perceptíveis para o conhecimento médio dos leitores, estes não lêem a notícia.

A descrição que surge no texto poderia ter sido omitida - ou mitigada. Não seria sequer auto-censura, mas afastamento face a linguagem tão crua expressa num acórdão de juízes. É que, lendo a notícia, não se percebe o caminho para onde o jornalista quer ir. É uma peça muito triste (uso esta palavra suave), com o mensageiro a confundir-se com a mensagem e a ter o ônus dessa linguagem cavernícola.

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Eu não sou representante de qualquer comissão de ordem pública e bons costumes, mas a haver uma argumentação do jornalista de que escreveu de modo livre, directo e objectivo, eu socorro-me de Gaye Tuchman, quando ela reflecte sobre a objectividade como ritual estratégico. O uso das aspas (o uso judicioso das aspas, define ela), a par da apresentação de possibilidades conflituais num acontecimento (por exemplo: Sócrates contra Marques Mendes; ou vice-versa), é um dos procedimentos estratégicos da "objectividade" do jornalista. Dito de modo mais simples: é a defesa do jornalista.

No papel mais simples, o jornalista é um tradutor - se há um relatório científico com jargão próprio e conceitos difíceis (ou impossíveis de compreender para o senso comum), o jornalista esforça-se a apresentar em linguagem acessível essa informação. Se puser partes não perceptíveis para o conhecimento médio dos leitores, estes não lêem a notícia.

A descrição que surge no texto poderia ter sido omitida - ou mitigada. Não seria sequer auto-censura, mas afastamento face a linguagem tão crua expressa num acórdão de juízes. É que, lendo a notícia, não se percebe o caminho para onde o jornalista quer ir. É uma peça muito triste (uso esta palavra suave), com o mensageiro a confundir-se com a mensagem e a ter o ônus dessa linguagem cavernícola.

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