Domingo, 1 de Outubro de 2006

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MERCADO DOS LIVROS

Numa das edições de Setembro do suplemento "Actual", do Expresso, António Guerreiro escreveu um texto a que pôs o título "A calamidade". Na sequência de outros textos seus, Guerreiro, que é um dos críticos literários mais atentos ao fenómeno livreiro em Portugal, partia de comunicado da administração da D. Quixote que falava da substituição do administrador João Paixão por Juan Mera (a editora havia sido comprada pela espanhola Grupo Planeta).

O núcleo do texto de António Guerreiro assenta na percepção do vasto lixo editorial que as grandes e médias editoras hoje produzem. Na actualidade, há mais de mil livros editados por mês, muitos deles para consumo imediato e segundo crescentes nichos de mercado como indica o texto de sexta-feira passada no caderno "Mil Folhas" do Público, assinado por Ana Dias Ferreira e intitulado "As editoras dentro das editoras". Aparentemente, os textos são opostos nas suas finalidades, mas há um fio semelhante na origem.

António Guerreiro vê o lixo editorial "na corrida selvagem onde só se salvam os livros que ocupam mais espaço nas livrarias, têm capas mais coloridas e cumprem a tarefa nauseabunda da mercadoria inútil, repetitiva, degradada", lógica semelhante à da televisão, em que o lixo atrai outro lixo e em que, "a partir de certa altura todo o circuito (edição, distribuição, comercialização) não consegue alimentar-se de outra coisa, não tem tempo nem espaço para funcionar de outra maneira". Assim se explica, na minha perspectiva, o tempo e o espaço dados a Paulo Coelho, Dan Brown ou Margarida Pinto Rebelo - e, ao invés, se retira a filosofia da prova de acesso ao ensino universitário.

Ana Dias Ferreira escreve sobre a criatividade das editoras, a partir do conceito imprints. Isto quer dizer que as editoras mãe albergam o nascimento de outras editoras enquanto marcas autónomas, orientadas para públicos específicos. Eu retiro o exemplo da Quimera, que lançou recentemente a marca BonD (Books on Demand, Livros a Pedido), cuja linha de trabalho é a edição de teses de carácter ensaístico e universitário, em formato papel e electrónico, em que cada título tem 200 exemplares impressos, dos quais 25 para o autor e 150 para as livrarias (os restantes vão para o depósito legal e a distribuição na imprensa). A editora Cotovia (livros para teatro e obras de ensaio e de poesia) passa a ter a irmã Raposa (para um público feminino e para os apreciadores de humor), enquanto a Asa lançou uma chancela (Lua de Papel) de livros práticos e de auto-ajuda.

As novas editoras (dentro de editoras preexistentes) visam conquistar novos públicos ou por questões comerciais. À necessidade de especialização junta-se a necessidade de distinção num mercado de mercadorias como é hoje o livro.


Mas aqui surgem as contradições. Primeiro, a rotação de um livro numa livraria raramente impede que este se mantenha acima de dois meses dentro do espaço da loja. Com os condimentos de capas atraentes e de muitas, muitas fotografias dentro. Em segundo, o próprio sistema de exposição é flagrante: quem vá, por exemplo, a uma loja Bertrand tem essa noção precisa. Os livros que ocupam os espaços mais nobres são os livros-álbum e os romances etiquetados em forma de top-ten. Filosofia ou sociologia misturam-se ou são vizinhos de estantes de livros de psicologia ou medicina ou engenharia. Em terceiro, a qualidade do livreiro ou do empregado que possuía conhecimentos - memória - desvanece-se rapidamente. Uma loja de livros vende mercadorias como uma loja de meias ou de sapatos, em que o que importa é a novidade ou o que vem anunciado na televisão.
publicado por industrias-culturais às 09:57
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Numa das edições de Setembro do suplemento "Actual", do Expresso, António Guerreiro escreveu um texto a que pôs o título "A calamidade". Na sequência de outros textos seus, Guerreiro, que é um dos críticos literários mais atentos ao fenómeno livreiro em Portugal, partia de comunicado da administração da D. Quixote que falava da substituição do administrador João Paixão por Juan Mera (a editora havia sido comprada pela espanhola Grupo Planeta).

O núcleo do texto de António Guerreiro assenta na percepção do vasto lixo editorial que as grandes e médias editoras hoje produzem. Na actualidade, há mais de mil livros editados por mês, muitos deles para consumo imediato e segundo crescentes nichos de mercado como indica o texto de sexta-feira passada no caderno "Mil Folhas" do Público, assinado por Ana Dias Ferreira e intitulado "As editoras dentro das editoras". Aparentemente, os textos são opostos nas suas finalidades, mas há um fio semelhante na origem.

António Guerreiro vê o lixo editorial "na corrida selvagem onde só se salvam os livros que ocupam mais espaço nas livrarias, têm capas mais coloridas e cumprem a tarefa nauseabunda da mercadoria inútil, repetitiva, degradada", lógica semelhante à da televisão, em que o lixo atrai outro lixo e em que, "a partir de certa altura todo o circuito (edição, distribuição, comercialização) não consegue alimentar-se de outra coisa, não tem tempo nem espaço para funcionar de outra maneira". Assim se explica, na minha perspectiva, o tempo e o espaço dados a Paulo Coelho, Dan Brown ou Margarida Pinto Rebelo - e, ao invés, se retira a filosofia da prova de acesso ao ensino universitário.

Ana Dias Ferreira escreve sobre a criatividade das editoras, a partir do conceito imprints. Isto quer dizer que as editoras mãe albergam o nascimento de outras editoras enquanto marcas autónomas, orientadas para públicos específicos. Eu retiro o exemplo da Quimera, que lançou recentemente a marca BonD (Books on Demand, Livros a Pedido), cuja linha de trabalho é a edição de teses de carácter ensaístico e universitário, em formato papel e electrónico, em que cada título tem 200 exemplares impressos, dos quais 25 para o autor e 150 para as livrarias (os restantes vão para o depósito legal e a distribuição na imprensa). A editora Cotovia (livros para teatro e obras de ensaio e de poesia) passa a ter a irmã Raposa (para um público feminino e para os apreciadores de humor), enquanto a Asa lançou uma chancela (Lua de Papel) de livros práticos e de auto-ajuda.

As novas editoras (dentro de editoras preexistentes) visam conquistar novos públicos ou por questões comerciais. À necessidade de especialização junta-se a necessidade de distinção num mercado de mercadorias como é hoje o livro.


Mas aqui surgem as contradições. Primeiro, a rotação de um livro numa livraria raramente impede que este se mantenha acima de dois meses dentro do espaço da loja. Com os condimentos de capas atraentes e de muitas, muitas fotografias dentro. Em segundo, o próprio sistema de exposição é flagrante: quem vá, por exemplo, a uma loja Bertrand tem essa noção precisa. Os livros que ocupam os espaços mais nobres são os livros-álbum e os romances etiquetados em forma de top-ten. Filosofia ou sociologia misturam-se ou são vizinhos de estantes de livros de psicologia ou medicina ou engenharia. Em terceiro, a qualidade do livreiro ou do empregado que possuía conhecimentos - memória - desvanece-se rapidamente. Uma loja de livros vende mercadorias como uma loja de meias ou de sapatos, em que o que importa é a novidade ou o que vem anunciado na televisão.
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O núcleo do texto de António Guerreiro assenta na percepção do vasto lixo editorial que as grandes e médias editoras hoje produzem. Na actualidade, há mais de mil livros editados por mês, muitos deles para consumo imediato e segundo crescentes nichos de mercado como indica o texto de sexta-feira passada no caderno "Mil Folhas" do Público, assinado por Ana Dias Ferreira e intitulado "As editoras dentro das editoras". Aparentemente, os textos são opostos nas suas finalidades, mas há um fio semelhante na origem.

António Guerreiro vê o lixo editorial "na corrida selvagem onde só se salvam os livros que ocupam mais espaço nas livrarias, têm capas mais coloridas e cumprem a tarefa nauseabunda da mercadoria inútil, repetitiva, degradada", lógica semelhante à da televisão, em que o lixo atrai outro lixo e em que, "a partir de certa altura todo o circuito (edição, distribuição, comercialização) não consegue alimentar-se de outra coisa, não tem tempo nem espaço para funcionar de outra maneira". Assim se explica, na minha perspectiva, o tempo e o espaço dados a Paulo Coelho, Dan Brown ou Margarida Pinto Rebelo - e, ao invés, se retira a filosofia da prova de acesso ao ensino universitário.

Ana Dias Ferreira escreve sobre a criatividade das editoras, a partir do conceito imprints. Isto quer dizer que as editoras mãe albergam o nascimento de outras editoras enquanto marcas autónomas, orientadas para públicos específicos. Eu retiro o exemplo da Quimera, que lançou recentemente a marca BonD (Books on Demand, Livros a Pedido), cuja linha de trabalho é a edição de teses de carácter ensaístico e universitário, em formato papel e electrónico, em que cada título tem 200 exemplares impressos, dos quais 25 para o autor e 150 para as livrarias (os restantes vão para o depósito legal e a distribuição na imprensa). A editora Cotovia (livros para teatro e obras de ensaio e de poesia) passa a ter a irmã Raposa (para um público feminino e para os apreciadores de humor), enquanto a Asa lançou uma chancela (Lua de Papel) de livros práticos e de auto-ajuda.

As novas editoras (dentro de editoras preexistentes) visam conquistar novos públicos ou por questões comerciais. À necessidade de especialização junta-se a necessidade de distinção num mercado de mercadorias como é hoje o livro.


Mas aqui surgem as contradições. Primeiro, a rotação de um livro numa livraria raramente impede que este se mantenha acima de dois meses dentro do espaço da loja. Com os condimentos de capas atraentes e de muitas, muitas fotografias dentro. Em segundo, o próprio sistema de exposição é flagrante: quem vá, por exemplo, a uma loja Bertrand tem essa noção precisa. Os livros que ocupam os espaços mais nobres são os livros-álbum e os romances etiquetados em forma de top-ten. Filosofia ou sociologia misturam-se ou são vizinhos de estantes de livros de psicologia ou medicina ou engenharia. Em terceiro, a qualidade do livreiro ou do empregado que possuía conhecimentos - memória - desvanece-se rapidamente. Uma loja de livros vende mercadorias como uma loja de meias ou de sapatos, em que o que importa é a novidade ou o que vem anunciado na televisão.
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O núcleo do texto de António Guerreiro assenta na percepção do vasto lixo editorial que as grandes e médias editoras hoje produzem. Na actualidade, há mais de mil livros editados por mês, muitos deles para consumo imediato e segundo crescentes nichos de mercado como indica o texto de sexta-feira passada no caderno "Mil Folhas" do Público, assinado por Ana Dias Ferreira e intitulado "As editoras dentro das editoras". Aparentemente, os textos são opostos nas suas finalidades, mas há um fio semelhante na origem.

António Guerreiro vê o lixo editorial "na corrida selvagem onde só se salvam os livros que ocupam mais espaço nas livrarias, têm capas mais coloridas e cumprem a tarefa nauseabunda da mercadoria inútil, repetitiva, degradada", lógica semelhante à da televisão, em que o lixo atrai outro lixo e em que, "a partir de certa altura todo o circuito (edição, distribuição, comercialização) não consegue alimentar-se de outra coisa, não tem tempo nem espaço para funcionar de outra maneira". Assim se explica, na minha perspectiva, o tempo e o espaço dados a Paulo Coelho, Dan Brown ou Margarida Pinto Rebelo - e, ao invés, se retira a filosofia da prova de acesso ao ensino universitário.

Ana Dias Ferreira escreve sobre a criatividade das editoras, a partir do conceito imprints. Isto quer dizer que as editoras mãe albergam o nascimento de outras editoras enquanto marcas autónomas, orientadas para públicos específicos. Eu retiro o exemplo da Quimera, que lançou recentemente a marca BonD (Books on Demand, Livros a Pedido), cuja linha de trabalho é a edição de teses de carácter ensaístico e universitário, em formato papel e electrónico, em que cada título tem 200 exemplares impressos, dos quais 25 para o autor e 150 para as livrarias (os restantes vão para o depósito legal e a distribuição na imprensa). A editora Cotovia (livros para teatro e obras de ensaio e de poesia) passa a ter a irmã Raposa (para um público feminino e para os apreciadores de humor), enquanto a Asa lançou uma chancela (Lua de Papel) de livros práticos e de auto-ajuda.

As novas editoras (dentro de editoras preexistentes) visam conquistar novos públicos ou por questões comerciais. À necessidade de especialização junta-se a necessidade de distinção num mercado de mercadorias como é hoje o livro.


Mas aqui surgem as contradições. Primeiro, a rotação de um livro numa livraria raramente impede que este se mantenha acima de dois meses dentro do espaço da loja. Com os condimentos de capas atraentes e de muitas, muitas fotografias dentro. Em segundo, o próprio sistema de exposição é flagrante: quem vá, por exemplo, a uma loja Bertrand tem essa noção precisa. Os livros que ocupam os espaços mais nobres são os livros-álbum e os romances etiquetados em forma de top-ten. Filosofia ou sociologia misturam-se ou são vizinhos de estantes de livros de psicologia ou medicina ou engenharia. Em terceiro, a qualidade do livreiro ou do empregado que possuía conhecimentos - memória - desvanece-se rapidamente. Uma loja de livros vende mercadorias como uma loja de meias ou de sapatos, em que o que importa é a novidade ou o que vem anunciado na televisão.
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O núcleo do texto de António Guerreiro assenta na percepção do vasto lixo editorial que as grandes e médias editoras hoje produzem. Na actualidade, há mais de mil livros editados por mês, muitos deles para consumo imediato e segundo crescentes nichos de mercado como indica o texto de sexta-feira passada no caderno "Mil Folhas" do Público, assinado por Ana Dias Ferreira e intitulado "As editoras dentro das editoras". Aparentemente, os textos são opostos nas suas finalidades, mas há um fio semelhante na origem.

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