Segunda-feira, 30 de Outubro de 2006

HISTÓRIA DO AZULEJO EM PORTUGAL

José Meco será o monitor do curso Breve história da azulejaria em Portugal, a começar no próximo dia 4 e prolongando-se nos três sábados seguintes.

Deste modo, no sábado que vem, José Meco falará dos pavimentos medievais ao período filipino, com utilização nacional dos azelejos de Sevilha, Valência e Talavera de la Reina. No dia 11, focará a azulejaria indo do século XVII à eclosão barroca, em que é evidente o contributo holandês. As duas primeiras sessões decorrerão entre as 15:00 e as 18:00.

Nas duas sessões seguintes, 18 e 25 de Novembro, a ocupar todo o dia, haverá visitas guiadas, além de se abordar a azulejaria do barroco ao século XIX e a azulejaria do século XX, aqui com relevo para os estilos Arte Nova, Arte Déco, Nacionalista e Moderna (segunda metade do século).

José Meco, historiador de arte, tem publicações específicas sobre a matéria a leccionar, nomeadamente Azulejaria portuguesa (1985) e O azulejo em Portugal (1989), assim como a realização de exposições em diferentes partes do mundo.

Para inscrição, enviar emails para
ana.miranda@cm-oeiras.pt. Custo do curso: €25.
publicado por industrias-culturais às 08:55
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HISTÓRIA DO AZULEJO EM PORTUGAL

José Meco será o monitor do curso Breve história da azulejaria em Portugal, a começar no próximo dia 4 e prolongando-se nos três sábados seguintes.

Deste modo, no sábado que vem, José Meco falará dos pavimentos medievais ao período filipino, com utilização nacional dos azelejos de Sevilha, Valência e Talavera de la Reina. No dia 11, focará a azulejaria indo do século XVII à eclosão barroca, em que é evidente o contributo holandês. As duas primeiras sessões decorrerão entre as 15:00 e as 18:00.

Nas duas sessões seguintes, 18 e 25 de Novembro, a ocupar todo o dia, haverá visitas guiadas, além de se abordar a azulejaria do barroco ao século XIX e a azulejaria do século XX, aqui com relevo para os estilos Arte Nova, Arte Déco, Nacionalista e Moderna (segunda metade do século).

José Meco, historiador de arte, tem publicações específicas sobre a matéria a leccionar, nomeadamente Azulejaria portuguesa (1985) e O azulejo em Portugal (1989), assim como a realização de exposições em diferentes partes do mundo.

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HISTÓRIA DO AZULEJO EM PORTUGAL

José Meco será o monitor do curso Breve história da azulejaria em Portugal, a começar no próximo dia 4 e prolongando-se nos três sábados seguintes.

Deste modo, no sábado que vem, José Meco falará dos pavimentos medievais ao período filipino, com utilização nacional dos azelejos de Sevilha, Valência e Talavera de la Reina. No dia 11, focará a azulejaria indo do século XVII à eclosão barroca, em que é evidente o contributo holandês. As duas primeiras sessões decorrerão entre as 15:00 e as 18:00.

Nas duas sessões seguintes, 18 e 25 de Novembro, a ocupar todo o dia, haverá visitas guiadas, além de se abordar a azulejaria do barroco ao século XIX e a azulejaria do século XX, aqui com relevo para os estilos Arte Nova, Arte Déco, Nacionalista e Moderna (segunda metade do século).

José Meco, historiador de arte, tem publicações específicas sobre a matéria a leccionar, nomeadamente Azulejaria portuguesa (1985) e O azulejo em Portugal (1989), assim como a realização de exposições em diferentes partes do mundo.

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HISTÓRIA DO AZULEJO EM PORTUGAL

José Meco será o monitor do curso Breve história da azulejaria em Portugal, a começar no próximo dia 4 e prolongando-se nos três sábados seguintes.

Deste modo, no sábado que vem, José Meco falará dos pavimentos medievais ao período filipino, com utilização nacional dos azelejos de Sevilha, Valência e Talavera de la Reina. No dia 11, focará a azulejaria indo do século XVII à eclosão barroca, em que é evidente o contributo holandês. As duas primeiras sessões decorrerão entre as 15:00 e as 18:00.

Nas duas sessões seguintes, 18 e 25 de Novembro, a ocupar todo o dia, haverá visitas guiadas, além de se abordar a azulejaria do barroco ao século XIX e a azulejaria do século XX, aqui com relevo para os estilos Arte Nova, Arte Déco, Nacionalista e Moderna (segunda metade do século).

José Meco, historiador de arte, tem publicações específicas sobre a matéria a leccionar, nomeadamente Azulejaria portuguesa (1985) e O azulejo em Portugal (1989), assim como a realização de exposições em diferentes partes do mundo.

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HISTÓRIA DO AZULEJO EM PORTUGAL

José Meco será o monitor do curso Breve história da azulejaria em Portugal, a começar no próximo dia 4 e prolongando-se nos três sábados seguintes.

Deste modo, no sábado que vem, José Meco falará dos pavimentos medievais ao período filipino, com utilização nacional dos azelejos de Sevilha, Valência e Talavera de la Reina. No dia 11, focará a azulejaria indo do século XVII à eclosão barroca, em que é evidente o contributo holandês. As duas primeiras sessões decorrerão entre as 15:00 e as 18:00.

Nas duas sessões seguintes, 18 e 25 de Novembro, a ocupar todo o dia, haverá visitas guiadas, além de se abordar a azulejaria do barroco ao século XIX e a azulejaria do século XX, aqui com relevo para os estilos Arte Nova, Arte Déco, Nacionalista e Moderna (segunda metade do século).

José Meco, historiador de arte, tem publicações específicas sobre a matéria a leccionar, nomeadamente Azulejaria portuguesa (1985) e O azulejo em Portugal (1989), assim como a realização de exposições em diferentes partes do mundo.

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Domingo, 29 de Outubro de 2006

CLUNY E A ABADIA

Grande abadia beneditina do ocidente, iniciada em 910 por Guilherme o piedoso, Cluny tornou-se a maior ordem monástica medieval do Ocidente, a que se ligaram mais de mil mosteiros. Alguns dos seus abades foram canonizados. Já no século XVI, as guerras religiosas seriam responsáveis pelo declínio da abadia. As nomeações de Richelieu e Mazarin - futuros homens poderosos da França política - não foram suficientes para uma reforma completa de Cluny, esforços comprometidos com a Revolução de 1789. Com esta, os monges foram dispersos (1971) e a abadia vendida (1798). Alguns edifícios foram desmantelados e a gigantesca igreja quase totalmente destruída. Em 1862, foi classificada como monumento nacional.

Cluny desempenhou um importante papel espiritual e económico enquanto capital monástica, promovendo a paz e a caridade. Situada na Borgonha - região que sempre foi sítio de passagem de gentes e mercadorias, no eixo dos rios Saône e Rhône, que se juntam em Lyon -, a igreja de Cluny recebeu o nome de maior ecclesia, obra-prima da arte românica clássica. Construída ao mesmo tempo que as de Toulouse e Santiago de Compostela, foi a de maior dimensão e imponência até à reconstrução da catedral de S. Pedro, no Vaticano, no século XVI.

A História de Portugal está ligada a este mosteiro: nobres vindos dali deram origem ao Condado Portucalense. O resto já é mais conhecido por nós.


















[imagens e vídeos recolhidos em Agosto do presente ano, durante deslocação e permanência em Taizé, França]
publicado por industrias-culturais às 09:15
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CLUNY E A ABADIA

Grande abadia beneditina do ocidente, iniciada em 910 por Guilherme o piedoso, Cluny tornou-se a maior ordem monástica medieval do Ocidente, a que se ligaram mais de mil mosteiros. Alguns dos seus abades foram canonizados. Já no século XVI, as guerras religiosas seriam responsáveis pelo declínio da abadia. As nomeações de Richelieu e Mazarin - futuros homens poderosos da França política - não foram suficientes para uma reforma completa de Cluny, esforços comprometidos com a Revolução de 1789. Com esta, os monges foram dispersos (1971) e a abadia vendida (1798). Alguns edifícios foram desmantelados e a gigantesca igreja quase totalmente destruída. Em 1862, foi classificada como monumento nacional.

Cluny desempenhou um importante papel espiritual e económico enquanto capital monástica, promovendo a paz e a caridade. Situada na Borgonha - região que sempre foi sítio de passagem de gentes e mercadorias, no eixo dos rios Saône e Rhône, que se juntam em Lyon -, a igreja de Cluny recebeu o nome de maior ecclesia, obra-prima da arte românica clássica. Construída ao mesmo tempo que as de Toulouse e Santiago de Compostela, foi a de maior dimensão e imponência até à reconstrução da catedral de S. Pedro, no Vaticano, no século XVI.

A História de Portugal está ligada a este mosteiro: nobres vindos dali deram origem ao Condado Portucalense. O resto já é mais conhecido por nós.


















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Cluny desempenhou um importante papel espiritual e económico enquanto capital monástica, promovendo a paz e a caridade. Situada na Borgonha - região que sempre foi sítio de passagem de gentes e mercadorias, no eixo dos rios Saône e Rhône, que se juntam em Lyon -, a igreja de Cluny recebeu o nome de maior ecclesia, obra-prima da arte românica clássica. Construída ao mesmo tempo que as de Toulouse e Santiago de Compostela, foi a de maior dimensão e imponência até à reconstrução da catedral de S. Pedro, no Vaticano, no século XVI.

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Grande abadia beneditina do ocidente, iniciada em 910 por Guilherme o piedoso, Cluny tornou-se a maior ordem monástica medieval do Ocidente, a que se ligaram mais de mil mosteiros. Alguns dos seus abades foram canonizados. Já no século XVI, as guerras religiosas seriam responsáveis pelo declínio da abadia. As nomeações de Richelieu e Mazarin - futuros homens poderosos da França política - não foram suficientes para uma reforma completa de Cluny, esforços comprometidos com a Revolução de 1789. Com esta, os monges foram dispersos (1971) e a abadia vendida (1798). Alguns edifícios foram desmantelados e a gigantesca igreja quase totalmente destruída. Em 1862, foi classificada como monumento nacional.

Cluny desempenhou um importante papel espiritual e económico enquanto capital monástica, promovendo a paz e a caridade. Situada na Borgonha - região que sempre foi sítio de passagem de gentes e mercadorias, no eixo dos rios Saône e Rhône, que se juntam em Lyon -, a igreja de Cluny recebeu o nome de maior ecclesia, obra-prima da arte românica clássica. Construída ao mesmo tempo que as de Toulouse e Santiago de Compostela, foi a de maior dimensão e imponência até à reconstrução da catedral de S. Pedro, no Vaticano, no século XVI.

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