Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2005

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Pela imagem, obrigado à Jacqueline Lima, do blogue Amorizade.


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CINEMA EM ESPANHA

Lá como cá, a concorrência ao cinema em sala é grande: internet, videojogos, DVD, cinema em casa. Diz o El Pais de ontem que a ocupação média de salas não ultrapassa os 15% e a assistência média por sala desce desde 2000. Mas continuam a abrir mais salas, que passaram de 3500 em 2000 para 4348 o ano passado. E os exibidores investiram mais de €1500 milhões nos últimos cinco anos com novas tecnologias e para dotar as salas com maior conforto, escreve Rocío García na edição citada do jornal madrileno. Lamenta-se ainda que a ida ao cinema tenha perdido o sentido social e a liturgia cultural de entrar numa sala e assistir, no anonimato, no escuro e em silêncio, a um mesmo espectáculo.

Contudo, o ministério espanhol da Cultura não tem a mesma visão pessimista. É que 2004 terá tido um aumento de quatro milhões de espectadores nas salas de cinema. E os filmes agora em exibição - ou que sairam recentemente - como Alexandre o Grande, The aviator ou Ocean's twelve - são grandes êxitos de bilheteira.

Em Portugal, Ocean's twelve já vai em 235 mil espectadores, até à semana que acabou no dia 19 de Janeiro, segundo o sítio do ICAM, ao passo que Alexandre o Grande, até à mesma data, teve quase 177 mil espectadores. Apesar de não figurar na lista dos mais vistos, o filme de Ingmar Bergman, Saraband - magnífica obra -, está a encher a sala do Alvaláxia, o que põe em causa a minha perspectiva de flop de todo o centro comercial.

Voltando ao texto do El Pais, dá-se o exemplo do cinema francês, a partir do que diz Margaret Menegoz, presidente da Unifrance, organismo que luta sem cessar pela promoção do cinema francês dentro e fora do país. No ano passado, a cinematografia francesa teve quase 40% de quota no seu mercado natural, valor que não se atingia há mais de 40 anos (em 1984, a cifra atingiu 50%).

Não sei se tal se deve à qualidade do cinema francês ou às políticas de excepcionalidade cultural incrementadas pelos governos de França. O certo é que dá para pensar e tentar aplicar a Portugal!
publicado por industrias-culturais às 09:50
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CINEMA EM ESPANHA

Lá como cá, a concorrência ao cinema em sala é grande: internet, videojogos, DVD, cinema em casa. Diz o El Pais de ontem que a ocupação média de salas não ultrapassa os 15% e a assistência média por sala desce desde 2000. Mas continuam a abrir mais salas, que passaram de 3500 em 2000 para 4348 o ano passado. E os exibidores investiram mais de €1500 milhões nos últimos cinco anos com novas tecnologias e para dotar as salas com maior conforto, escreve Rocío García na edição citada do jornal madrileno. Lamenta-se ainda que a ida ao cinema tenha perdido o sentido social e a liturgia cultural de entrar numa sala e assistir, no anonimato, no escuro e em silêncio, a um mesmo espectáculo.

Contudo, o ministério espanhol da Cultura não tem a mesma visão pessimista. É que 2004 terá tido um aumento de quatro milhões de espectadores nas salas de cinema. E os filmes agora em exibição - ou que sairam recentemente - como Alexandre o Grande, The aviator ou Ocean's twelve - são grandes êxitos de bilheteira.

Em Portugal, Ocean's twelve já vai em 235 mil espectadores, até à semana que acabou no dia 19 de Janeiro, segundo o sítio do ICAM, ao passo que Alexandre o Grande, até à mesma data, teve quase 177 mil espectadores. Apesar de não figurar na lista dos mais vistos, o filme de Ingmar Bergman, Saraband - magnífica obra -, está a encher a sala do Alvaláxia, o que põe em causa a minha perspectiva de flop de todo o centro comercial.

Voltando ao texto do El Pais, dá-se o exemplo do cinema francês, a partir do que diz Margaret Menegoz, presidente da Unifrance, organismo que luta sem cessar pela promoção do cinema francês dentro e fora do país. No ano passado, a cinematografia francesa teve quase 40% de quota no seu mercado natural, valor que não se atingia há mais de 40 anos (em 1984, a cifra atingiu 50%).

Não sei se tal se deve à qualidade do cinema francês ou às políticas de excepcionalidade cultural incrementadas pelos governos de França. O certo é que dá para pensar e tentar aplicar a Portugal!
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Lá como cá, a concorrência ao cinema em sala é grande: internet, videojogos, DVD, cinema em casa. Diz o El Pais de ontem que a ocupação média de salas não ultrapassa os 15% e a assistência média por sala desce desde 2000. Mas continuam a abrir mais salas, que passaram de 3500 em 2000 para 4348 o ano passado. E os exibidores investiram mais de €1500 milhões nos últimos cinco anos com novas tecnologias e para dotar as salas com maior conforto, escreve Rocío García na edição citada do jornal madrileno. Lamenta-se ainda que a ida ao cinema tenha perdido o sentido social e a liturgia cultural de entrar numa sala e assistir, no anonimato, no escuro e em silêncio, a um mesmo espectáculo.

Contudo, o ministério espanhol da Cultura não tem a mesma visão pessimista. É que 2004 terá tido um aumento de quatro milhões de espectadores nas salas de cinema. E os filmes agora em exibição - ou que sairam recentemente - como Alexandre o Grande, The aviator ou Ocean's twelve - são grandes êxitos de bilheteira.

Em Portugal, Ocean's twelve já vai em 235 mil espectadores, até à semana que acabou no dia 19 de Janeiro, segundo o sítio do ICAM, ao passo que Alexandre o Grande, até à mesma data, teve quase 177 mil espectadores. Apesar de não figurar na lista dos mais vistos, o filme de Ingmar Bergman, Saraband - magnífica obra -, está a encher a sala do Alvaláxia, o que põe em causa a minha perspectiva de flop de todo o centro comercial.

Voltando ao texto do El Pais, dá-se o exemplo do cinema francês, a partir do que diz Margaret Menegoz, presidente da Unifrance, organismo que luta sem cessar pela promoção do cinema francês dentro e fora do país. No ano passado, a cinematografia francesa teve quase 40% de quota no seu mercado natural, valor que não se atingia há mais de 40 anos (em 1984, a cifra atingiu 50%).

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Contudo, o ministério espanhol da Cultura não tem a mesma visão pessimista. É que 2004 terá tido um aumento de quatro milhões de espectadores nas salas de cinema. E os filmes agora em exibição - ou que sairam recentemente - como Alexandre o Grande, The aviator ou Ocean's twelve - são grandes êxitos de bilheteira.

Em Portugal, Ocean's twelve já vai em 235 mil espectadores, até à semana que acabou no dia 19 de Janeiro, segundo o sítio do ICAM, ao passo que Alexandre o Grande, até à mesma data, teve quase 177 mil espectadores. Apesar de não figurar na lista dos mais vistos, o filme de Ingmar Bergman, Saraband - magnífica obra -, está a encher a sala do Alvaláxia, o que põe em causa a minha perspectiva de flop de todo o centro comercial.

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Contudo, o ministério espanhol da Cultura não tem a mesma visão pessimista. É que 2004 terá tido um aumento de quatro milhões de espectadores nas salas de cinema. E os filmes agora em exibição - ou que sairam recentemente - como Alexandre o Grande, The aviator ou Ocean's twelve - são grandes êxitos de bilheteira.



Em Portugal, Ocean's twelve já vai em 235 mil espectadores, até à semana que acabou no dia 19 de Janeiro, segundo o sítio do ICAM, ao passo que Alexandre o Grande, até à mesma data, teve quase 177 mil espectadores. Apesar de não figurar na lista dos mais vistos, o filme de Ingmar Bergman, Saraband - magnífica obra -, está a encher a sala do Alvaláxia, o que põe em causa a minha perspectiva de flop de todo o centro comercial.



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