Sexta-feira, 1 de Outubro de 2004

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DEFENDIDA TESE DE MESTRADO DE RUI MARQUES

Saíu com a classificação de muito bom com distinção e louvor a tese defendida hoje de manhã na Universidade Católica Portuguesa, em Ciências da Comunicação, por Rui Marques. O tema da tese era A defesa de uma causa. Agendamento mediático de Timor Leste (1987/1999) segundo o modelo de Lang & Lang, trabalho orientado por Diogo Pires Aurélio. A arguência esteve a cabo de João Pissarra Esteves, da Universidade Nova de Lisboa.
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Da introdução do trabalho do agora mestre Rui Marques, pode ler-se: "A causa da autodeterminação de Timor Leste evoluiu, depois da invasão indonésia em 1975, desde o mais profundo silêncio e desatenção mundial, até a um foco de visibilidade notável, no Referendo em 1999, que abriu as portas à independência. Esse trajecto divide-se em duas etapas bem determinadas: entre 1975 e 1989, em que o território se encontra encerrado e é alvo de um esquecimento quase total; e de 1989 a 1999 em que se inaugura, a partir da abertura de Timor aos jornalistas, uma década de projecção mediática crescente".

O trabalho empírico desta tese notável assenta na análise de conteúdo de 6635 notícias produzidas pela agência noticiosa LUSA entre 1987 e 1999 e em entrevistas em profundidade com vários dos principais agentes sociais da causa timorense, como políticos (Xanana Gusmão, Ramos Horta, Taur Matan Ruak, todos elementos da resistência timorense), jornalistas (como Adelino Gomes, que se encontrava presente na sala a assistir à defesa da tese) e activistas e especialistas na causa de Timor (casos de Barbedo Magalhães e Luísa Teotónio Pereira). O trabalho teórico baseia-se num modelo do casal Gladys Lang & Kurt Lang (1981, Watergate - an exploration of agenda-building process), que apresenta quatro pontos: focalização, enquadramento, universo simbólico e porta-vozes. Rui Marques construiu um quadro de evolução das notícias da causa timorense em cinco momentos: silêncio, despertar, explosão, consolidação e consagração.

Momentos importantes da causa timorense, que todos nós portugueses recordamos, seriam os acontecimentos trágicos de Novembro de 1991 (massacre no cemitério de Santa Cruz) e Setembro de 1999 (referendo e destruição das infraestruturas do país), a que corresponderia um número dramático de notícias. Rui Marques destacou este momentos, ele que foi o organizador da viagem do barco Lusitânia Expresso até aos mares de Timor, para chamar a atenção mundial do genocídio daquele pequeno país que foi a última colónia de um império chamado Portugal. Assim, para além do trabalho empírico de análise de conteúdo e de entrevistas, posso acrescentar - embora não visível na tese - a auto-análise. A cobertura jornalística do barco Lusitânia Expresso já mereceu um trabalho académico (tese de mestrado) de Ana Cabrera, que pode ser lido no livro colectivo de Nelson Traquina, Ana Cabrera, Cristina Ponte e Rogério Santos, O jornalismo português em análise de casos, lançado pela editorial Caminho, em 2001.

Rui Marques é licenciado em medicina (nunca exerceu), esteve ligado ao Fórum Juventude e a diversas causas públicas. Actualmente é Comissário-Adjunto do ACIME (Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas) e professor na Universidade Católica (meu colega). Expresso por um grupo de amigos, é desejo que este seu trabalho conheça divulgação através da edição. Os meus parabéns ao Rui Marques.
publicado por industrias-culturais às 15:33
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DEFENDIDA TESE DE MESTRADO DE RUI MARQUES

Saíu com a classificação de muito bom com distinção e louvor a tese defendida hoje de manhã na Universidade Católica Portuguesa, em Ciências da Comunicação, por Rui Marques. O tema da tese era A defesa de uma causa. Agendamento mediático de Timor Leste (1987/1999) segundo o modelo de Lang & Lang, trabalho orientado por Diogo Pires Aurélio. A arguência esteve a cabo de João Pissarra Esteves, da Universidade Nova de Lisboa.
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Da introdução do trabalho do agora mestre Rui Marques, pode ler-se: "A causa da autodeterminação de Timor Leste evoluiu, depois da invasão indonésia em 1975, desde o mais profundo silêncio e desatenção mundial, até a um foco de visibilidade notável, no Referendo em 1999, que abriu as portas à independência. Esse trajecto divide-se em duas etapas bem determinadas: entre 1975 e 1989, em que o território se encontra encerrado e é alvo de um esquecimento quase total; e de 1989 a 1999 em que se inaugura, a partir da abertura de Timor aos jornalistas, uma década de projecção mediática crescente".

O trabalho empírico desta tese notável assenta na análise de conteúdo de 6635 notícias produzidas pela agência noticiosa LUSA entre 1987 e 1999 e em entrevistas em profundidade com vários dos principais agentes sociais da causa timorense, como políticos (Xanana Gusmão, Ramos Horta, Taur Matan Ruak, todos elementos da resistência timorense), jornalistas (como Adelino Gomes, que se encontrava presente na sala a assistir à defesa da tese) e activistas e especialistas na causa de Timor (casos de Barbedo Magalhães e Luísa Teotónio Pereira). O trabalho teórico baseia-se num modelo do casal Gladys Lang & Kurt Lang (1981, Watergate - an exploration of agenda-building process), que apresenta quatro pontos: focalização, enquadramento, universo simbólico e porta-vozes. Rui Marques construiu um quadro de evolução das notícias da causa timorense em cinco momentos: silêncio, despertar, explosão, consolidação e consagração.

Momentos importantes da causa timorense, que todos nós portugueses recordamos, seriam os acontecimentos trágicos de Novembro de 1991 (massacre no cemitério de Santa Cruz) e Setembro de 1999 (referendo e destruição das infraestruturas do país), a que corresponderia um número dramático de notícias. Rui Marques destacou este momentos, ele que foi o organizador da viagem do barco Lusitânia Expresso até aos mares de Timor, para chamar a atenção mundial do genocídio daquele pequeno país que foi a última colónia de um império chamado Portugal. Assim, para além do trabalho empírico de análise de conteúdo e de entrevistas, posso acrescentar - embora não visível na tese - a auto-análise. A cobertura jornalística do barco Lusitânia Expresso já mereceu um trabalho académico (tese de mestrado) de Ana Cabrera, que pode ser lido no livro colectivo de Nelson Traquina, Ana Cabrera, Cristina Ponte e Rogério Santos, O jornalismo português em análise de casos, lançado pela editorial Caminho, em 2001.

Rui Marques é licenciado em medicina (nunca exerceu), esteve ligado ao Fórum Juventude e a diversas causas públicas. Actualmente é Comissário-Adjunto do ACIME (Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas) e professor na Universidade Católica (meu colega). Expresso por um grupo de amigos, é desejo que este seu trabalho conheça divulgação através da edição. Os meus parabéns ao Rui Marques.
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Saíu com a classificação de muito bom com distinção e louvor a tese defendida hoje de manhã na Universidade Católica Portuguesa, em Ciências da Comunicação, por Rui Marques. O tema da tese era A defesa de uma causa. Agendamento mediático de Timor Leste (1987/1999) segundo o modelo de Lang & Lang, trabalho orientado por Diogo Pires Aurélio. A arguência esteve a cabo de João Pissarra Esteves, da Universidade Nova de Lisboa.
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Da introdução do trabalho do agora mestre Rui Marques, pode ler-se: "A causa da autodeterminação de Timor Leste evoluiu, depois da invasão indonésia em 1975, desde o mais profundo silêncio e desatenção mundial, até a um foco de visibilidade notável, no Referendo em 1999, que abriu as portas à independência. Esse trajecto divide-se em duas etapas bem determinadas: entre 1975 e 1989, em que o território se encontra encerrado e é alvo de um esquecimento quase total; e de 1989 a 1999 em que se inaugura, a partir da abertura de Timor aos jornalistas, uma década de projecção mediática crescente".

O trabalho empírico desta tese notável assenta na análise de conteúdo de 6635 notícias produzidas pela agência noticiosa LUSA entre 1987 e 1999 e em entrevistas em profundidade com vários dos principais agentes sociais da causa timorense, como políticos (Xanana Gusmão, Ramos Horta, Taur Matan Ruak, todos elementos da resistência timorense), jornalistas (como Adelino Gomes, que se encontrava presente na sala a assistir à defesa da tese) e activistas e especialistas na causa de Timor (casos de Barbedo Magalhães e Luísa Teotónio Pereira). O trabalho teórico baseia-se num modelo do casal Gladys Lang & Kurt Lang (1981, Watergate - an exploration of agenda-building process), que apresenta quatro pontos: focalização, enquadramento, universo simbólico e porta-vozes. Rui Marques construiu um quadro de evolução das notícias da causa timorense em cinco momentos: silêncio, despertar, explosão, consolidação e consagração.

Momentos importantes da causa timorense, que todos nós portugueses recordamos, seriam os acontecimentos trágicos de Novembro de 1991 (massacre no cemitério de Santa Cruz) e Setembro de 1999 (referendo e destruição das infraestruturas do país), a que corresponderia um número dramático de notícias. Rui Marques destacou este momentos, ele que foi o organizador da viagem do barco Lusitânia Expresso até aos mares de Timor, para chamar a atenção mundial do genocídio daquele pequeno país que foi a última colónia de um império chamado Portugal. Assim, para além do trabalho empírico de análise de conteúdo e de entrevistas, posso acrescentar - embora não visível na tese - a auto-análise. A cobertura jornalística do barco Lusitânia Expresso já mereceu um trabalho académico (tese de mestrado) de Ana Cabrera, que pode ser lido no livro colectivo de Nelson Traquina, Ana Cabrera, Cristina Ponte e Rogério Santos, O jornalismo português em análise de casos, lançado pela editorial Caminho, em 2001.

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O trabalho empírico desta tese notável assenta na análise de conteúdo de 6635 notícias produzidas pela agência noticiosa LUSA entre 1987 e 1999 e em entrevistas em profundidade com vários dos principais agentes sociais da causa timorense, como políticos (Xanana Gusmão, Ramos Horta, Taur Matan Ruak, todos elementos da resistência timorense), jornalistas (como Adelino Gomes, que se encontrava presente na sala a assistir à defesa da tese) e activistas e especialistas na causa de Timor (casos de Barbedo Magalhães e Luísa Teotónio Pereira). O trabalho teórico baseia-se num modelo do casal Gladys Lang & Kurt Lang (1981, Watergate - an exploration of agenda-building process), que apresenta quatro pontos: focalização, enquadramento, universo simbólico e porta-vozes. Rui Marques construiu um quadro de evolução das notícias da causa timorense em cinco momentos: silêncio, despertar, explosão, consolidação e consagração.

Momentos importantes da causa timorense, que todos nós portugueses recordamos, seriam os acontecimentos trágicos de Novembro de 1991 (massacre no cemitério de Santa Cruz) e Setembro de 1999 (referendo e destruição das infraestruturas do país), a que corresponderia um número dramático de notícias. Rui Marques destacou este momentos, ele que foi o organizador da viagem do barco Lusitânia Expresso até aos mares de Timor, para chamar a atenção mundial do genocídio daquele pequeno país que foi a última colónia de um império chamado Portugal. Assim, para além do trabalho empírico de análise de conteúdo e de entrevistas, posso acrescentar - embora não visível na tese - a auto-análise. A cobertura jornalística do barco Lusitânia Expresso já mereceu um trabalho académico (tese de mestrado) de Ana Cabrera, que pode ser lido no livro colectivo de Nelson Traquina, Ana Cabrera, Cristina Ponte e Rogério Santos, O jornalismo português em análise de casos, lançado pela editorial Caminho, em 2001.

Rui Marques é licenciado em medicina (nunca exerceu), esteve ligado ao Fórum Juventude e a diversas causas públicas. Actualmente é Comissário-Adjunto do ACIME (Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas) e professor na Universidade Católica (meu colega). Expresso por um grupo de amigos, é desejo que este seu trabalho conheça divulgação através da edição. Os meus parabéns ao Rui Marques.
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