Sábado, 30 de Outubro de 2004
CINEMA: DAS SALAS ÀS AUDIÊNCIASOntem, no seu magnífico blogue colectivo
Janela Indiscreta, Cristina M. Fernandes regozijava-se com a reabertura do cinema Passos Manuel e com a programação do cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre, ambos no Porto. A um período de decadência, sucedem-se duas salas onde se podem ver muitas fitas não disponíveis nos multiplex de cinema espalhados nos centros comerciais. Curiosamente, o jornal
Expresso de hoje dá bastante relevo à novidade. No seu texto, Valdemar Cruz salienta mais a qualidade de oferta que a quantidade. E ouve vários dos agentes culturais da cidade.
Mas há também memórias vivas que se mantêm fechadas: o cinema Batalha, por exemplo (primeira imagem). Na segunda metade da década de 1970, eu consumia um mínimo de três sessões naquele espaço: o filme do Cineclube do Porto, ao domingo de manhã, mais dois filmes na sala estúdio Bebé. Nunca mais atingi tal quantidade de fitas em média por fim-de-semana, para meu pesar.


Mas não foi só o desaparecimento do cinema Batalha marca a minha memória. É também, aqui em Lisboa, o encerramento do cinema Mundial (segunda imagem), embora a minha relação de afecto esteja longe da que estabeleci com os cinemas Trindade e Batalha, no Porto, ou da que tenho com as salas do King, aqui ao pé de minha casa. Em 22 de Abril último, escrevia neste blogue: "Há umas semanas fui ver
Goodbye Lenin, no Mundial, onde [...] estavam quatro espectadores". O desaparecimento do cinema da Lusomundo dar-se-ia por essa altura.
Na sua newsletter de 8 de Outubro último, o
Obercom trazia uma notícia intitulada "Lotação de salas decresce em 2003", em que referia duas situações: 1) o número total de ecrãs de cinema no mundo diminuiu, 2) o número médio de lugares por sala decaiu nos últimos três anos. Porém, a estatística aplicada a Portugal dava conta de 224 lugares em média por sala em 2001, número que subia para 228 em 2002 e regressava a 224 em 2003. Agora o ICAM, segundo notícia do
Expresso, destaca a perda de espectadores nas salas de cinema durante este ano. Uma das razões apontadas na peça assinada por César Avó é a do Euro 2004. Eu acrescentaria a expansão do cinema em casa, como tive oportunidade de referir recentemente, fazendo ecos de uma distribuidora de vídeo em colóquio recente realizado no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz.
CINEMA: DAS SALAS ÀS AUDIÊNCIASOntem, no seu magnífico blogue colectivo
Janela Indiscreta, Cristina M. Fernandes regozijava-se com a reabertura do cinema Passos Manuel e com a programação do cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre, ambos no Porto. A um período de decadência, sucedem-se duas salas onde se podem ver muitas fitas não disponíveis nos multiplex de cinema espalhados nos centros comerciais. Curiosamente, o jornal
Expresso de hoje dá bastante relevo à novidade. No seu texto, Valdemar Cruz salienta mais a qualidade de oferta que a quantidade. E ouve vários dos agentes culturais da cidade.
Mas há também memórias vivas que se mantêm fechadas: o cinema Batalha, por exemplo (primeira imagem). Na segunda metade da década de 1970, eu consumia um mínimo de três sessões naquele espaço: o filme do Cineclube do Porto, ao domingo de manhã, mais dois filmes na sala estúdio Bebé. Nunca mais atingi tal quantidade de fitas em média por fim-de-semana, para meu pesar.


Mas não foi só o desaparecimento do cinema Batalha marca a minha memória. É também, aqui em Lisboa, o encerramento do cinema Mundial (segunda imagem), embora a minha relação de afecto esteja longe da que estabeleci com os cinemas Trindade e Batalha, no Porto, ou da que tenho com as salas do King, aqui ao pé de minha casa. Em 22 de Abril último, escrevia neste blogue: "Há umas semanas fui ver
Goodbye Lenin, no Mundial, onde [...] estavam quatro espectadores". O desaparecimento do cinema da Lusomundo dar-se-ia por essa altura.
Na sua newsletter de 8 de Outubro último, o
Obercom trazia uma notícia intitulada "Lotação de salas decresce em 2003", em que referia duas situações: 1) o número total de ecrãs de cinema no mundo diminuiu, 2) o número médio de lugares por sala decaiu nos últimos três anos. Porém, a estatística aplicada a Portugal dava conta de 224 lugares em média por sala em 2001, número que subia para 228 em 2002 e regressava a 224 em 2003. Agora o ICAM, segundo notícia do
Expresso, destaca a perda de espectadores nas salas de cinema durante este ano. Uma das razões apontadas na peça assinada por César Avó é a do Euro 2004. Eu acrescentaria a expansão do cinema em casa, como tive oportunidade de referir recentemente, fazendo ecos de uma distribuidora de vídeo em colóquio recente realizado no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz.
CINEMA: DAS SALAS ÀS AUDIÊNCIASOntem, no seu magnífico blogue colectivo
Janela Indiscreta, Cristina M. Fernandes regozijava-se com a reabertura do cinema Passos Manuel e com a programação do cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre, ambos no Porto. A um período de decadência, sucedem-se duas salas onde se podem ver muitas fitas não disponíveis nos multiplex de cinema espalhados nos centros comerciais. Curiosamente, o jornal
Expresso de hoje dá bastante relevo à novidade. No seu texto, Valdemar Cruz salienta mais a qualidade de oferta que a quantidade. E ouve vários dos agentes culturais da cidade.
Mas há também memórias vivas que se mantêm fechadas: o cinema Batalha, por exemplo (primeira imagem). Na segunda metade da década de 1970, eu consumia um mínimo de três sessões naquele espaço: o filme do Cineclube do Porto, ao domingo de manhã, mais dois filmes na sala estúdio Bebé. Nunca mais atingi tal quantidade de fitas em média por fim-de-semana, para meu pesar.


Mas não foi só o desaparecimento do cinema Batalha marca a minha memória. É também, aqui em Lisboa, o encerramento do cinema Mundial (segunda imagem), embora a minha relação de afecto esteja longe da que estabeleci com os cinemas Trindade e Batalha, no Porto, ou da que tenho com as salas do King, aqui ao pé de minha casa. Em 22 de Abril último, escrevia neste blogue: "Há umas semanas fui ver
Goodbye Lenin, no Mundial, onde [...] estavam quatro espectadores". O desaparecimento do cinema da Lusomundo dar-se-ia por essa altura.
Na sua newsletter de 8 de Outubro último, o
Obercom trazia uma notícia intitulada "Lotação de salas decresce em 2003", em que referia duas situações: 1) o número total de ecrãs de cinema no mundo diminuiu, 2) o número médio de lugares por sala decaiu nos últimos três anos. Porém, a estatística aplicada a Portugal dava conta de 224 lugares em média por sala em 2001, número que subia para 228 em 2002 e regressava a 224 em 2003. Agora o ICAM, segundo notícia do
Expresso, destaca a perda de espectadores nas salas de cinema durante este ano. Uma das razões apontadas na peça assinada por César Avó é a do Euro 2004. Eu acrescentaria a expansão do cinema em casa, como tive oportunidade de referir recentemente, fazendo ecos de uma distribuidora de vídeo em colóquio recente realizado no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz.
CINEMA: DAS SALAS ÀS AUDIÊNCIASOntem, no seu magnífico blogue colectivo
Janela Indiscreta, Cristina M. Fernandes regozijava-se com a reabertura do cinema Passos Manuel e com a programação do cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre, ambos no Porto. A um período de decadência, sucedem-se duas salas onde se podem ver muitas fitas não disponíveis nos multiplex de cinema espalhados nos centros comerciais. Curiosamente, o jornal
Expresso de hoje dá bastante relevo à novidade. No seu texto, Valdemar Cruz salienta mais a qualidade de oferta que a quantidade. E ouve vários dos agentes culturais da cidade.
Mas há também memórias vivas que se mantêm fechadas: o cinema Batalha, por exemplo (primeira imagem). Na segunda metade da década de 1970, eu consumia um mínimo de três sessões naquele espaço: o filme do Cineclube do Porto, ao domingo de manhã, mais dois filmes na sala estúdio Bebé. Nunca mais atingi tal quantidade de fitas em média por fim-de-semana, para meu pesar.


Mas não foi só o desaparecimento do cinema Batalha marca a minha memória. É também, aqui em Lisboa, o encerramento do cinema Mundial (segunda imagem), embora a minha relação de afecto esteja longe da que estabeleci com os cinemas Trindade e Batalha, no Porto, ou da que tenho com as salas do King, aqui ao pé de minha casa. Em 22 de Abril último, escrevia neste blogue: "Há umas semanas fui ver
Goodbye Lenin, no Mundial, onde [...] estavam quatro espectadores". O desaparecimento do cinema da Lusomundo dar-se-ia por essa altura.
Na sua newsletter de 8 de Outubro último, o
Obercom trazia uma notícia intitulada "Lotação de salas decresce em 2003", em que referia duas situações: 1) o número total de ecrãs de cinema no mundo diminuiu, 2) o número médio de lugares por sala decaiu nos últimos três anos. Porém, a estatística aplicada a Portugal dava conta de 224 lugares em média por sala em 2001, número que subia para 228 em 2002 e regressava a 224 em 2003. Agora o ICAM, segundo notícia do
Expresso, destaca a perda de espectadores nas salas de cinema durante este ano. Uma das razões apontadas na peça assinada por César Avó é a do Euro 2004. Eu acrescentaria a expansão do cinema em casa, como tive oportunidade de referir recentemente, fazendo ecos de uma distribuidora de vídeo em colóquio recente realizado no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz.
CINEMA: DAS SALAS ÀS AUDIÊNCIASOntem, no seu magnífico blogue colectivo
Janela Indiscreta, Cristina M. Fernandes regozijava-se com a reabertura do cinema Passos Manuel e com a programação do cine-estúdio do Teatro do Campo Alegre, ambos no Porto. A um período de decadência, sucedem-se duas salas onde se podem ver muitas fitas não disponíveis nos multiplex de cinema espalhados nos centros comerciais. Curiosamente, o jornal
Expresso de hoje dá bastante relevo à novidade. No seu texto, Valdemar Cruz salienta mais a qualidade de oferta que a quantidade. E ouve vários dos agentes culturais da cidade.
Mas há também memórias vivas que se mantêm fechadas: o cinema Batalha, por exemplo (primeira imagem). Na segunda metade da década de 1970, eu consumia um mínimo de três sessões naquele espaço: o filme do Cineclube do Porto, ao domingo de manhã, mais dois filmes na sala estúdio Bebé. Nunca mais atingi tal quantidade de fitas em média por fim-de-semana, para meu pesar.


Mas não foi só o desaparecimento do cinema Batalha marca a minha memória. É também, aqui em Lisboa, o encerramento do cinema Mundial (segunda imagem), embora a minha relação de afecto esteja longe da que estabeleci com os cinemas Trindade e Batalha, no Porto, ou da que tenho com as salas do King, aqui ao pé de minha casa. Em 22 de Abril último, escrevia neste blogue: "Há umas semanas fui ver
Goodbye Lenin, no Mundial, onde [...] estavam quatro espectadores". O desaparecimento do cinema da Lusomundo dar-se-ia por essa altura.
Na sua newsletter de 8 de Outubro último, o
Obercom trazia uma notícia intitulada "Lotação de salas decresce em 2003", em que referia duas situações: 1) o número total de ecrãs de cinema no mundo diminuiu, 2) o número médio de lugares por sala decaiu nos últimos três anos. Porém, a estatística aplicada a Portugal dava conta de 224 lugares em média por sala em 2001, número que subia para 228 em 2002 e regressava a 224 em 2003. Agora o ICAM, segundo notícia do
Expresso, destaca a perda de espectadores nas salas de cinema durante este ano. Uma das razões apontadas na peça assinada por César Avó é a do Euro 2004. Eu acrescentaria a expansão do cinema em casa, como tive oportunidade de referir recentemente, fazendo ecos de uma distribuidora de vídeo em colóquio recente realizado no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz.
Sexta-feira, 29 de Outubro de 2004
EDIÇÃO, PUBLICAÇÃO E AUDIOVISUAIS
Na revista 1000 Maiores, editada hoje como suplemento do Diário de Notícias, um dos sectores analisados é o da edição, publicação e audiovisuais.
Com 16 empresas, o sector é um dos mais pequenos do estudo agora lançado. Os valores dizem respeito ao ano de 2003. Desse conjunto de empresas, só uma não tem sede no distrito de Lisboa (Porto Editora), o que ilustra a centralização destas actividades aqui junto ao rio Tejo.
A mais rica em volume de negócios é a TV Cabo, com €440,256 milhões. Em termos de despesas com pessoal, as mais altas são a RDP (39,9%) e a RTP (36,5%), sendo a Lusomundo - Audiovisuais a que tem menores encargos no conjunto das suas actividades (8,1%). Quanto a rentabilidade das vendas e despesas financeiras as empresas em piores condições são a Cabovisão (-49,96% e 28,3% respectivamente) e a RTP (-18,06% e 25,9% respectivamente). Aliás, mais ou menos recentemente, a RTP foi sujeita a uma transformação jurídica e financeira e a Cabovisão teve cisões, que incluiram anúncios nos jornais. A Cabovisão é também a empresa com maiores amortizações a vencer (43,4%).
Além do quadro de onde retirei estes dados, a edição hoje distribuida traz um outro conjunto de dados interessantes. Assim, a Sogapal (sociedade gráfica) teve o maior crescimento no conjunto destas empresas (26,7% numa média de 11,1%), a maior produtividade (euros por trabalhador) pertence à SIC (mais de €382 mil numa média de mais de €250 mil), os maiores capitais próprios de uma empresa estão na TVI e a maior exportação cabe à Porto Editora.
EDIÇÃO, PUBLICAÇÃO E AUDIOVISUAIS
Na revista 1000 Maiores, editada hoje como suplemento do Diário de Notícias, um dos sectores analisados é o da edição, publicação e audiovisuais.
Com 16 empresas, o sector é um dos mais pequenos do estudo agora lançado. Os valores dizem respeito ao ano de 2003. Desse conjunto de empresas, só uma não tem sede no distrito de Lisboa (Porto Editora), o que ilustra a centralização destas actividades aqui junto ao rio Tejo.
A mais rica em volume de negócios é a TV Cabo, com €440,256 milhões. Em termos de despesas com pessoal, as mais altas são a RDP (39,9%) e a RTP (36,5%), sendo a Lusomundo - Audiovisuais a que tem menores encargos no conjunto das suas actividades (8,1%). Quanto a rentabilidade das vendas e despesas financeiras as empresas em piores condições são a Cabovisão (-49,96% e 28,3% respectivamente) e a RTP (-18,06% e 25,9% respectivamente). Aliás, mais ou menos recentemente, a RTP foi sujeita a uma transformação jurídica e financeira e a Cabovisão teve cisões, que incluiram anúncios nos jornais. A Cabovisão é também a empresa com maiores amortizações a vencer (43,4%).
Além do quadro de onde retirei estes dados, a edição hoje distribuida traz um outro conjunto de dados interessantes. Assim, a Sogapal (sociedade gráfica) teve o maior crescimento no conjunto destas empresas (26,7% numa média de 11,1%), a maior produtividade (euros por trabalhador) pertence à SIC (mais de €382 mil numa média de mais de €250 mil), os maiores capitais próprios de uma empresa estão na TVI e a maior exportação cabe à Porto Editora.
EDIÇÃO, PUBLICAÇÃO E AUDIOVISUAIS
Na revista 1000 Maiores, editada hoje como suplemento do Diário de Notícias, um dos sectores analisados é o da edição, publicação e audiovisuais.
Com 16 empresas, o sector é um dos mais pequenos do estudo agora lançado. Os valores dizem respeito ao ano de 2003. Desse conjunto de empresas, só uma não tem sede no distrito de Lisboa (Porto Editora), o que ilustra a centralização destas actividades aqui junto ao rio Tejo.
A mais rica em volume de negócios é a TV Cabo, com €440,256 milhões. Em termos de despesas com pessoal, as mais altas são a RDP (39,9%) e a RTP (36,5%), sendo a Lusomundo - Audiovisuais a que tem menores encargos no conjunto das suas actividades (8,1%). Quanto a rentabilidade das vendas e despesas financeiras as empresas em piores condições são a Cabovisão (-49,96% e 28,3% respectivamente) e a RTP (-18,06% e 25,9% respectivamente). Aliás, mais ou menos recentemente, a RTP foi sujeita a uma transformação jurídica e financeira e a Cabovisão teve cisões, que incluiram anúncios nos jornais. A Cabovisão é também a empresa com maiores amortizações a vencer (43,4%).
Além do quadro de onde retirei estes dados, a edição hoje distribuida traz um outro conjunto de dados interessantes. Assim, a Sogapal (sociedade gráfica) teve o maior crescimento no conjunto destas empresas (26,7% numa média de 11,1%), a maior produtividade (euros por trabalhador) pertence à SIC (mais de €382 mil numa média de mais de €250 mil), os maiores capitais próprios de uma empresa estão na TVI e a maior exportação cabe à Porto Editora.
EDIÇÃO, PUBLICAÇÃO E AUDIOVISUAIS
Na revista 1000 Maiores, editada hoje como suplemento do Diário de Notícias, um dos sectores analisados é o da edição, publicação e audiovisuais.
Com 16 empresas, o sector é um dos mais pequenos do estudo agora lançado. Os valores dizem respeito ao ano de 2003. Desse conjunto de empresas, só uma não tem sede no distrito de Lisboa (Porto Editora), o que ilustra a centralização destas actividades aqui junto ao rio Tejo.
A mais rica em volume de negócios é a TV Cabo, com €440,256 milhões. Em termos de despesas com pessoal, as mais altas são a RDP (39,9%) e a RTP (36,5%), sendo a Lusomundo - Audiovisuais a que tem menores encargos no conjunto das suas actividades (8,1%). Quanto a rentabilidade das vendas e despesas financeiras as empresas em piores condições são a Cabovisão (-49,96% e 28,3% respectivamente) e a RTP (-18,06% e 25,9% respectivamente). Aliás, mais ou menos recentemente, a RTP foi sujeita a uma transformação jurídica e financeira e a Cabovisão teve cisões, que incluiram anúncios nos jornais. A Cabovisão é também a empresa com maiores amortizações a vencer (43,4%).
Além do quadro de onde retirei estes dados, a edição hoje distribuida traz um outro conjunto de dados interessantes. Assim, a Sogapal (sociedade gráfica) teve o maior crescimento no conjunto destas empresas (26,7% numa média de 11,1%), a maior produtividade (euros por trabalhador) pertence à SIC (mais de €382 mil numa média de mais de €250 mil), os maiores capitais próprios de uma empresa estão na TVI e a maior exportação cabe à Porto Editora.
EDIÇÃO, PUBLICAÇÃO E AUDIOVISUAIS
Na revista 1000 Maiores, editada hoje como suplemento do Diário de Notícias, um dos sectores analisados é o da edição, publicação e audiovisuais.
Com 16 empresas, o sector é um dos mais pequenos do estudo agora lançado. Os valores dizem respeito ao ano de 2003. Desse conjunto de empresas, só uma não tem sede no distrito de Lisboa (Porto Editora), o que ilustra a centralização destas actividades aqui junto ao rio Tejo.
A mais rica em volume de negócios é a TV Cabo, com €440,256 milhões. Em termos de despesas com pessoal, as mais altas são a RDP (39,9%) e a RTP (36,5%), sendo a Lusomundo - Audiovisuais a que tem menores encargos no conjunto das suas actividades (8,1%). Quanto a rentabilidade das vendas e despesas financeiras as empresas em piores condições são a Cabovisão (-49,96% e 28,3% respectivamente) e a RTP (-18,06% e 25,9% respectivamente). Aliás, mais ou menos recentemente, a RTP foi sujeita a uma transformação jurídica e financeira e a Cabovisão teve cisões, que incluiram anúncios nos jornais. A Cabovisão é também a empresa com maiores amortizações a vencer (43,4%).
Além do quadro de onde retirei estes dados, a edição hoje distribuida traz um outro conjunto de dados interessantes. Assim, a Sogapal (sociedade gráfica) teve o maior crescimento no conjunto destas empresas (26,7% numa média de 11,1%), a maior produtividade (euros por trabalhador) pertence à SIC (mais de €382 mil numa média de mais de €250 mil), os maiores capitais próprios de uma empresa estão na TVI e a maior exportação cabe à Porto Editora.