Terça-feira, 31 de Agosto de 2004

...

"AINDA QUE PROVAVELMENTE NÃO DURANTE MUITOS ANOS"

Esta expressão acaba um período de uma notícia veiculada pelo Diário Digital de hoje, e que o Sapo resolveu colocar como notícia de destaque. Ou seja, quando abri o computador, saltou logo à minha vista o título National Geographic diz que Lisboa pode sofrer um novo sismo.

Eu, que vim de uma cidade rochosa (granítica) viver para uma cidade com muita areia, fico constrangido. Sei que, se houver um sismo, o sítio onde moro afunda-se totalmente. Tenho algum medo, mas também tenho medo dos condutores de automóveis que me ultrapassam pela direita, das floreiras dependuradas nas janelas dos prédios, tenho medo de uma bomba no metro. Enfim, tenho medo de morrer, embora isso esteja garantido (ao menos, fisicamente).

Há uns anos, uma bruxa previu um sismo em Lisboa. Um jornal sensacionalista, o Tal & Qual, puxou para a primeira página a entrevista. Resultado: meia cidade escapuliu-se dela no dia anunciado. Felizmente que a bruxa se enganou. Ora, a notícia da National Geographic - pese a cientificidade dos seus autores - pode ser tão leviana como a estória da bruxa do Tal & Qual. A notícia referencia o tremor de terra de 1755 como tendo a magnitude de 8,7 na escala de Richter e provocando mais de 60 mil mortos. A escala, penso eu, ainda não existia; se existisse, duvido que houvesse quem medisse a magnitude. O ter havido mais de 60 mil mortos é, penso eu de novo, uma falácia. Havia um censo rigoroso em Lisboa? Também posso ser ignorante neste assunto, admito.

Num dado momento, o texto explica que, "Contudo, a National Geographic também refere que a opinião de Marc-Andre Gutscher não é partilhada por todos os estudiosos, como é o caso de Alastari Dawson, professor de geologia na Universidade de Coverty, em Inglaterra". É como se escreve em inglês on the one hand, isto e aquilo; on the other hand, aquilo e isto. É como jogar no totobola: posso acertar ou não acertar (embora a primeira posição seja mais provável).

Felizmente que a tradução do texto nos desperta para a realidade. Escreve-se no texto que há uma «actividade contínua nesse sistema de placas, suscitando receios de que um novo tremor de terra pode atingir a região com consequências potencialmente devastadoras - ainda que provavelmente não durante muitos anos». Ora, o que significa não durante muitos anos? Nada, a não ser uma má tradução!

Porém, há mais. Trata-se de um conjunto de valores-notícia fundamentais: o sensacionalismo, o insólito, a tragédia em grande escala. Logo, no noticiário da televisão das 20 horas, isto vai ser notícia, certamente. E se um canal se lembrar de fazer algumas entrevistas de rua? Vai aumentar o nosso nível de medo.
publicado por industrias-culturais às 13:38
link | comentar | ver comentários (2) | favorito

...

"AINDA QUE PROVAVELMENTE NÃO DURANTE MUITOS ANOS"

Esta expressão acaba um período de uma notícia veiculada pelo Diário Digital de hoje, e que o Sapo resolveu colocar como notícia de destaque. Ou seja, quando abri o computador, saltou logo à minha vista o título National Geographic diz que Lisboa pode sofrer um novo sismo.

Eu, que vim de uma cidade rochosa (granítica) viver para uma cidade com muita areia, fico constrangido. Sei que, se houver um sismo, o sítio onde moro afunda-se totalmente. Tenho algum medo, mas também tenho medo dos condutores de automóveis que me ultrapassam pela direita, das floreiras dependuradas nas janelas dos prédios, tenho medo de uma bomba no metro. Enfim, tenho medo de morrer, embora isso esteja garantido (ao menos, fisicamente).

Há uns anos, uma bruxa previu um sismo em Lisboa. Um jornal sensacionalista, o Tal & Qual, puxou para a primeira página a entrevista. Resultado: meia cidade escapuliu-se dela no dia anunciado. Felizmente que a bruxa se enganou. Ora, a notícia da National Geographic - pese a cientificidade dos seus autores - pode ser tão leviana como a estória da bruxa do Tal & Qual. A notícia referencia o tremor de terra de 1755 como tendo a magnitude de 8,7 na escala de Richter e provocando mais de 60 mil mortos. A escala, penso eu, ainda não existia; se existisse, duvido que houvesse quem medisse a magnitude. O ter havido mais de 60 mil mortos é, penso eu de novo, uma falácia. Havia um censo rigoroso em Lisboa? Também posso ser ignorante neste assunto, admito.

Num dado momento, o texto explica que, "Contudo, a National Geographic também refere que a opinião de Marc-Andre Gutscher não é partilhada por todos os estudiosos, como é o caso de Alastari Dawson, professor de geologia na Universidade de Coverty, em Inglaterra". É como se escreve em inglês on the one hand, isto e aquilo; on the other hand, aquilo e isto. É como jogar no totobola: posso acertar ou não acertar (embora a primeira posição seja mais provável).

Felizmente que a tradução do texto nos desperta para a realidade. Escreve-se no texto que há uma «actividade contínua nesse sistema de placas, suscitando receios de que um novo tremor de terra pode atingir a região com consequências potencialmente devastadoras - ainda que provavelmente não durante muitos anos». Ora, o que significa não durante muitos anos? Nada, a não ser uma má tradução!

Porém, há mais. Trata-se de um conjunto de valores-notícia fundamentais: o sensacionalismo, o insólito, a tragédia em grande escala. Logo, no noticiário da televisão das 20 horas, isto vai ser notícia, certamente. E se um canal se lembrar de fazer algumas entrevistas de rua? Vai aumentar o nosso nível de medo.
publicado por industrias-culturais às 13:38
link | comentar | ver comentários (2) | favorito

...

"AINDA QUE PROVAVELMENTE NÃO DURANTE MUITOS ANOS"

Esta expressão acaba um período de uma notícia veiculada pelo Diário Digital de hoje, e que o Sapo resolveu colocar como notícia de destaque. Ou seja, quando abri o computador, saltou logo à minha vista o título National Geographic diz que Lisboa pode sofrer um novo sismo.

Eu, que vim de uma cidade rochosa (granítica) viver para uma cidade com muita areia, fico constrangido. Sei que, se houver um sismo, o sítio onde moro afunda-se totalmente. Tenho algum medo, mas também tenho medo dos condutores de automóveis que me ultrapassam pela direita, das floreiras dependuradas nas janelas dos prédios, tenho medo de uma bomba no metro. Enfim, tenho medo de morrer, embora isso esteja garantido (ao menos, fisicamente).

Há uns anos, uma bruxa previu um sismo em Lisboa. Um jornal sensacionalista, o Tal & Qual, puxou para a primeira página a entrevista. Resultado: meia cidade escapuliu-se dela no dia anunciado. Felizmente que a bruxa se enganou. Ora, a notícia da National Geographic - pese a cientificidade dos seus autores - pode ser tão leviana como a estória da bruxa do Tal & Qual. A notícia referencia o tremor de terra de 1755 como tendo a magnitude de 8,7 na escala de Richter e provocando mais de 60 mil mortos. A escala, penso eu, ainda não existia; se existisse, duvido que houvesse quem medisse a magnitude. O ter havido mais de 60 mil mortos é, penso eu de novo, uma falácia. Havia um censo rigoroso em Lisboa? Também posso ser ignorante neste assunto, admito.

Num dado momento, o texto explica que, "Contudo, a National Geographic também refere que a opinião de Marc-Andre Gutscher não é partilhada por todos os estudiosos, como é o caso de Alastari Dawson, professor de geologia na Universidade de Coverty, em Inglaterra". É como se escreve em inglês on the one hand, isto e aquilo; on the other hand, aquilo e isto. É como jogar no totobola: posso acertar ou não acertar (embora a primeira posição seja mais provável).

Felizmente que a tradução do texto nos desperta para a realidade. Escreve-se no texto que há uma «actividade contínua nesse sistema de placas, suscitando receios de que um novo tremor de terra pode atingir a região com consequências potencialmente devastadoras - ainda que provavelmente não durante muitos anos». Ora, o que significa não durante muitos anos? Nada, a não ser uma má tradução!

Porém, há mais. Trata-se de um conjunto de valores-notícia fundamentais: o sensacionalismo, o insólito, a tragédia em grande escala. Logo, no noticiário da televisão das 20 horas, isto vai ser notícia, certamente. E se um canal se lembrar de fazer algumas entrevistas de rua? Vai aumentar o nosso nível de medo.
publicado por industrias-culturais às 13:38
link | comentar | ver comentários (2) | favorito

...

"AINDA QUE PROVAVELMENTE NÃO DURANTE MUITOS ANOS"

Esta expressão acaba um período de uma notícia veiculada pelo Diário Digital de hoje, e que o Sapo resolveu colocar como notícia de destaque. Ou seja, quando abri o computador, saltou logo à minha vista o título National Geographic diz que Lisboa pode sofrer um novo sismo.

Eu, que vim de uma cidade rochosa (granítica) viver para uma cidade com muita areia, fico constrangido. Sei que, se houver um sismo, o sítio onde moro afunda-se totalmente. Tenho algum medo, mas também tenho medo dos condutores de automóveis que me ultrapassam pela direita, das floreiras dependuradas nas janelas dos prédios, tenho medo de uma bomba no metro. Enfim, tenho medo de morrer, embora isso esteja garantido (ao menos, fisicamente).

Há uns anos, uma bruxa previu um sismo em Lisboa. Um jornal sensacionalista, o Tal & Qual, puxou para a primeira página a entrevista. Resultado: meia cidade escapuliu-se dela no dia anunciado. Felizmente que a bruxa se enganou. Ora, a notícia da National Geographic - pese a cientificidade dos seus autores - pode ser tão leviana como a estória da bruxa do Tal & Qual. A notícia referencia o tremor de terra de 1755 como tendo a magnitude de 8,7 na escala de Richter e provocando mais de 60 mil mortos. A escala, penso eu, ainda não existia; se existisse, duvido que houvesse quem medisse a magnitude. O ter havido mais de 60 mil mortos é, penso eu de novo, uma falácia. Havia um censo rigoroso em Lisboa? Também posso ser ignorante neste assunto, admito.

Num dado momento, o texto explica que, "Contudo, a National Geographic também refere que a opinião de Marc-Andre Gutscher não é partilhada por todos os estudiosos, como é o caso de Alastari Dawson, professor de geologia na Universidade de Coverty, em Inglaterra". É como se escreve em inglês on the one hand, isto e aquilo; on the other hand, aquilo e isto. É como jogar no totobola: posso acertar ou não acertar (embora a primeira posição seja mais provável).

Felizmente que a tradução do texto nos desperta para a realidade. Escreve-se no texto que há uma «actividade contínua nesse sistema de placas, suscitando receios de que um novo tremor de terra pode atingir a região com consequências potencialmente devastadoras - ainda que provavelmente não durante muitos anos». Ora, o que significa não durante muitos anos? Nada, a não ser uma má tradução!

Porém, há mais. Trata-se de um conjunto de valores-notícia fundamentais: o sensacionalismo, o insólito, a tragédia em grande escala. Logo, no noticiário da televisão das 20 horas, isto vai ser notícia, certamente. E se um canal se lembrar de fazer algumas entrevistas de rua? Vai aumentar o nosso nível de medo.
publicado por industrias-culturais às 13:38
link | comentar | ver comentários (2) | favorito

...

"AINDA QUE PROVAVELMENTE NÃO DURANTE MUITOS ANOS"



Esta expressão acaba um período de uma notícia veiculada pelo Diário Digital de hoje, e que o Sapo resolveu colocar como notícia de destaque. Ou seja, quando abri o computador, saltou logo à minha vista o título National Geographic diz que Lisboa pode sofrer um novo sismo.



Eu, que vim de uma cidade rochosa (granítica) viver para uma cidade com muita areia, fico constrangido. Sei que, se houver um sismo, o sítio onde moro afunda-se totalmente. Tenho algum medo, mas também tenho medo dos condutores de automóveis que me ultrapassam pela direita, das floreiras dependuradas nas janelas dos prédios, tenho medo de uma bomba no metro. Enfim, tenho medo de morrer, embora isso esteja garantido (ao menos, fisicamente).



Há uns anos, uma bruxa previu um sismo em Lisboa. Um jornal sensacionalista, o Tal & Qual, puxou para a primeira página a entrevista. Resultado: meia cidade escapuliu-se dela no dia anunciado. Felizmente que a bruxa se enganou. Ora, a notícia da National Geographic - pese a cientificidade dos seus autores - pode ser tão leviana como a estória da bruxa do Tal & Qual. A notícia referencia o tremor de terra de 1755 como tendo a magnitude de 8,7 na escala de Richter e provocando mais de 60 mil mortos. A escala, penso eu, ainda não existia; se existisse, duvido que houvesse quem medisse a magnitude. O ter havido mais de 60 mil mortos é, penso eu de novo, uma falácia. Havia um censo rigoroso em Lisboa? Também posso ser ignorante neste assunto, admito.



Num dado momento, o texto explica que, "Contudo, a National Geographic também refere que a opinião de Marc-Andre Gutscher não é partilhada por todos os estudiosos, como é o caso de Alastari Dawson, professor de geologia na Universidade de Coverty, em Inglaterra". É como se escreve em inglês on the one hand, isto e aquilo; on the other hand, aquilo e isto. É como jogar no totobola: posso acertar ou não acertar (embora a primeira posição seja mais provável).



Felizmente que a tradução do texto nos desperta para a realidade. Escreve-se no texto que há uma «actividade contínua nesse sistema de placas, suscitando receios de que um novo tremor de terra pode atingir a região com consequências potencialmente devastadoras - ainda que provavelmente não durante muitos anos». Ora, o que significa não durante muitos anos? Nada, a não ser uma má tradução!



Porém, há mais. Trata-se de um conjunto de valores-notícia fundamentais: o sensacionalismo, o insólito, a tragédia em grande escala. Logo, no noticiário da televisão das 20 horas, isto vai ser notícia, certamente. E se um canal se lembrar de fazer algumas entrevistas de rua? Vai aumentar o nosso nível de medo.

publicado por industrias-culturais às 13:38
link | comentar | ver comentários (2) | favorito

...

ANUÁRIO DO OBERCOM

Na sua newsletter de 27 de Agosto, o Obercom fez editar breves análises dos sectores dos media, telecomunicações e sociedade da informação, e chama a atenção para dados de 2003 e de outros sectores da comunicação, pelo que se recomenda a sua visita.

Retiro apenas alguns dados pertencentes à rádio. Assim, o Obercom destaca, para 2003, o protocolo de prestação de serviços assinado entre a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) e a LUSA, que resulta um novo serviço, LUSA Rádio, disponibilizando um serviço diário com som e texto para rádio. O Obercom salienta também a reestruturação do sector empresarial do Estado na área do audiovisual, com a incorporação das estações de rádio e televisão públicas na nova RTP – Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S A. Já em 2004, foi apresentada uma proposta de revisão da Lei da rádio (a retomar em Setembro no parlamento).

Relativamente à publicidade institucional estatal, em 2003 a rádio acolheu 38,2% (70.728 €) do total da mesma (aproximadamente 185.000 €), cabendo às estações nacionais 11,4% e às estações locais 26,8%. Quanto ao share, e seguindo ainda a mesma newsletter, as cinco maiores estações nacionais são a RFM (24,9%), a Rádio Renascença (18,2%), a Rádio Comercial (8,2%), a TSF/Rádio Press (5,6%) e a Antena 1 (4,7%).
publicado por industrias-culturais às 12:24
link | comentar | favorito

...

ANUÁRIO DO OBERCOM

Na sua newsletter de 27 de Agosto, o Obercom fez editar breves análises dos sectores dos media, telecomunicações e sociedade da informação, e chama a atenção para dados de 2003 e de outros sectores da comunicação, pelo que se recomenda a sua visita.

Retiro apenas alguns dados pertencentes à rádio. Assim, o Obercom destaca, para 2003, o protocolo de prestação de serviços assinado entre a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) e a LUSA, que resulta um novo serviço, LUSA Rádio, disponibilizando um serviço diário com som e texto para rádio. O Obercom salienta também a reestruturação do sector empresarial do Estado na área do audiovisual, com a incorporação das estações de rádio e televisão públicas na nova RTP – Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S A. Já em 2004, foi apresentada uma proposta de revisão da Lei da rádio (a retomar em Setembro no parlamento).

Relativamente à publicidade institucional estatal, em 2003 a rádio acolheu 38,2% (70.728 €) do total da mesma (aproximadamente 185.000 €), cabendo às estações nacionais 11,4% e às estações locais 26,8%. Quanto ao share, e seguindo ainda a mesma newsletter, as cinco maiores estações nacionais são a RFM (24,9%), a Rádio Renascença (18,2%), a Rádio Comercial (8,2%), a TSF/Rádio Press (5,6%) e a Antena 1 (4,7%).
publicado por industrias-culturais às 12:24
link | comentar | favorito

...

ANUÁRIO DO OBERCOM

Na sua newsletter de 27 de Agosto, o Obercom fez editar breves análises dos sectores dos media, telecomunicações e sociedade da informação, e chama a atenção para dados de 2003 e de outros sectores da comunicação, pelo que se recomenda a sua visita.

Retiro apenas alguns dados pertencentes à rádio. Assim, o Obercom destaca, para 2003, o protocolo de prestação de serviços assinado entre a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) e a LUSA, que resulta um novo serviço, LUSA Rádio, disponibilizando um serviço diário com som e texto para rádio. O Obercom salienta também a reestruturação do sector empresarial do Estado na área do audiovisual, com a incorporação das estações de rádio e televisão públicas na nova RTP – Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S A. Já em 2004, foi apresentada uma proposta de revisão da Lei da rádio (a retomar em Setembro no parlamento).

Relativamente à publicidade institucional estatal, em 2003 a rádio acolheu 38,2% (70.728 €) do total da mesma (aproximadamente 185.000 €), cabendo às estações nacionais 11,4% e às estações locais 26,8%. Quanto ao share, e seguindo ainda a mesma newsletter, as cinco maiores estações nacionais são a RFM (24,9%), a Rádio Renascença (18,2%), a Rádio Comercial (8,2%), a TSF/Rádio Press (5,6%) e a Antena 1 (4,7%).
publicado por industrias-culturais às 12:24
link | comentar | favorito

...

ANUÁRIO DO OBERCOM

Na sua newsletter de 27 de Agosto, o Obercom fez editar breves análises dos sectores dos media, telecomunicações e sociedade da informação, e chama a atenção para dados de 2003 e de outros sectores da comunicação, pelo que se recomenda a sua visita.

Retiro apenas alguns dados pertencentes à rádio. Assim, o Obercom destaca, para 2003, o protocolo de prestação de serviços assinado entre a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) e a LUSA, que resulta um novo serviço, LUSA Rádio, disponibilizando um serviço diário com som e texto para rádio. O Obercom salienta também a reestruturação do sector empresarial do Estado na área do audiovisual, com a incorporação das estações de rádio e televisão públicas na nova RTP – Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S A. Já em 2004, foi apresentada uma proposta de revisão da Lei da rádio (a retomar em Setembro no parlamento).

Relativamente à publicidade institucional estatal, em 2003 a rádio acolheu 38,2% (70.728 €) do total da mesma (aproximadamente 185.000 €), cabendo às estações nacionais 11,4% e às estações locais 26,8%. Quanto ao share, e seguindo ainda a mesma newsletter, as cinco maiores estações nacionais são a RFM (24,9%), a Rádio Renascença (18,2%), a Rádio Comercial (8,2%), a TSF/Rádio Press (5,6%) e a Antena 1 (4,7%).
publicado por industrias-culturais às 12:24
link | comentar | favorito

...

ANUÁRIO DO OBERCOM



Na sua newsletter de 27 de Agosto, o Obercom fez editar breves análises dos sectores dos media, telecomunicações e sociedade da informação, e chama a atenção para dados de 2003 e de outros sectores da comunicação, pelo que se recomenda a sua visita.



Retiro apenas alguns dados pertencentes à rádio. Assim, o Obercom destaca, para 2003, o protocolo de prestação de serviços assinado entre a Associação Portuguesa de Radiodifusão (APR) e a LUSA, que resulta um novo serviço, LUSA Rádio, disponibilizando um serviço diário com som e texto para rádio. O Obercom salienta também a reestruturação do sector empresarial do Estado na área do audiovisual, com a incorporação das estações de rádio e televisão públicas na nova RTP – Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, S A. Já em 2004, foi apresentada uma proposta de revisão da Lei da rádio (a retomar em Setembro no parlamento).



Relativamente à publicidade institucional estatal, em 2003 a rádio acolheu 38,2% (70.728 €) do total da mesma (aproximadamente 185.000 €), cabendo às estações nacionais 11,4% e às estações locais 26,8%. Quanto ao share, e seguindo ainda a mesma newsletter, as cinco maiores estações nacionais são a RFM (24,9%), a Rádio Renascença (18,2%), a Rádio Comercial (8,2%), a TSF/Rádio Press (5,6%) e a Antena 1 (4,7%).
publicado por industrias-culturais às 12:24
link | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

.Junho 2016

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
13
27
28
29
30

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Transportes públicos japo...

. Televisão japonesa

. Templos em Tóquio

. Novos diretores de jornai...

. Santuário Fushimi Inari T...

. Templo do Pavilhão Dourad...

. Kiyomizu-dera (leste de Q...

. Castelo Nijo (Quioto)

. Quioto à hora do jantar

. Introdução ao teatro Bunr...

.arquivos

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

. Abril 2005

. Março 2005

. Fevereiro 2005

. Janeiro 2005

. Dezembro 2004

. Novembro 2004

. Outubro 2004

. Setembro 2004

. Agosto 2004

. Julho 2004

. Junho 2004

. Maio 2004

. Abril 2004

. Março 2004

. Fevereiro 2004

. Janeiro 2004

. Dezembro 2003

. Novembro 2003

. Outubro 2003

. Agosto 2003

. Abril 2003

. Março 2003

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds

Em destaque no SAPO Blogs
pub